Os casos de assaltos a coletivos na Região
Metropolitana de São Luís, no ano passado, aumentaram aproximadamente 121% com
relação ao ano de 2012, conforme dados do Sindicato dos Trabalhadores do
Transporte Rodoviário do Estado do Maranhão (Sttrema). No total, foram
registradas pelo sindicato 628 ocorrências nos últimos 12 meses. Segundo o
Sttrema, é possível que esse número seja maior, por causa dos assaltos que não
são informados à entidade por algumas empresas de transporte público.
Na zona rural e na área
Itaqui-Bacanga, principalmente nas regiões do Alto da Esperança, Gapara e
Residencial Paraíso, são comuns as ocorrências de assaltos a coletivos. Os
bairros São Francisco, Cidade Operária, Ipase, João Paulo, além das avenidas
dos Franceses e dos Africanos também são pontos conhecidos como suscetíveis a
ação de assaltantes de coletivos.
“Existem
pontos estratégicos de assaltos. No Ipase, principalmente naquela parada de
ônibus próximo à Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes [SMTT]
acontecem várias ocorrências. No retorno do São Francisco, começaram há pouco
tempo esses assaltos, que só aumentam. Nas avenidas dos Africanos e dos
Franceses, próximo à rodoviária, são comuns os assaltos. Na área dos bairros
que cercam a BR-135, do Km-0 para a frente, também são comuns roubos em
coletivos”, disse Gilson Coimbra, presidente do Sttrema.
Ainda
de acordo com o sindicato, o horário das investidas de assaltantes varia de
acordo com o local. Conforme Gilson Coimbra, em diversos locais os assaltos
acontecem à noite, mas também é crescente o número de ocorrências durante o
dia. “De 18h até as 22h acontece a maioria dos crimes. Mas há locais, como no
retorno do São Francisco, onde as ocorrências acontecem preferencialmente às
6h”, frisou.
Assaltos
crescentes
No ano de 2012, foram registrados 260 roubos em coletivos, indicando uma média de 21,67 ocorrências a cada mês. “Houve uma grande desproporção de um ano para o outro. Em 2013, foi muito grande o crescimento desse tipo de assalto com relação a 2012″, ressaltou Isaías Castelo Branco, secretário administrativo do Sttrema.
No ano de 2012, foram registrados 260 roubos em coletivos, indicando uma média de 21,67 ocorrências a cada mês. “Houve uma grande desproporção de um ano para o outro. Em 2013, foi muito grande o crescimento desse tipo de assalto com relação a 2012″, ressaltou Isaías Castelo Branco, secretário administrativo do Sttrema.
Ainda
de acordo com a diretoria do Sttrema, só no mês de agosto de 2013 foram
registradas 70 ocorrências de roubos em coletivos na capital, 63 a mais do que
os ocorridos no mesmo mês em 2012. “Os assaltos são mais comuns durante
períodos de festividades. Junho, novembro e fevereiro sempre registram muitos
casos. Mas em 2013 aconteceu algo desproporcional, porque em vários meses que
não costumam ter muitos registros, aumentou muito o número de casos, como maio
e setembro”, comentou o secretário administrativo do Sttrema.
Segundo
Isaías Castelo Branco, apesar dos muitos assaltos, apenas uma morte foi
registrada no ano passado. Um cobrador que prestava serviço para a linha do
Residencial Paraíso, na área do Itaqui-Bacanga, foi morto em serviço. No
entanto, são muitos os casos de motoristas e cobradores espancados durante
roubos em coletivos. “É comum os trabalhadores serem agredidos pelos marginais.
Mas com a nova gestão do sindicato ficou expressamente proibido que ainda
tenham de pagar pelo prejuízo deixado pelos assaltantes”, complementou Gilson
Coimbra.
Mais
casos
Diversas empresas de transporte público da capital deixam de notificar o Sttrema dos casos de assaltos que acontecem durante o trajetos de suas linhas. Por isso, conforme a entidade, é possível que o número de roubos seja bem maior. “Principalmente as empresas pequenas não registram esses assaltos. Não sei por quê. A gente sempre bate nessa tecla nas reuniões, mas não muda. Só as grandes empresas nos mandam esses dados, cerca de seis delas. Por isso, sabemos que o número de assaltos é bem maior. Acreditamos que aproximadamente 800 roubos tenham acontecido no ano passado”, finalizou Isaías Castelo Branco.
Diversas empresas de transporte público da capital deixam de notificar o Sttrema dos casos de assaltos que acontecem durante o trajetos de suas linhas. Por isso, conforme a entidade, é possível que o número de roubos seja bem maior. “Principalmente as empresas pequenas não registram esses assaltos. Não sei por quê. A gente sempre bate nessa tecla nas reuniões, mas não muda. Só as grandes empresas nos mandam esses dados, cerca de seis delas. Por isso, sabemos que o número de assaltos é bem maior. Acreditamos que aproximadamente 800 roubos tenham acontecido no ano passado”, finalizou Isaías Castelo Branco.

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