Cai por terra a acusação da família Sarney contra
Flávio Dino. No afã de tentar envolvê-lo em qualquer escândalo, o sistema de
comunicação da família Sarney mistura informações para confundir o leitor.
O
blog apurou as informações fornecidas na suposta denúncia e constatou que tudo
não passa de mais um factoide.
Dilma
e Flávio Dino: vítimas de mais uma armação desesperada do grupo Sarney.
Em
primeiro lugar, a empresa à qual o jornal O Estado do Maranhão se refere não
está na Lista Suja do Trabalho Escravo fornecida pelo Ministério Público do
Trabalho.
Documentos
não dizem respeito a empresa
O
documento apresentado com estardalhaço pelo jornal também não diz respeito a
denúncias relacionadas ao regime de escravidão. Trata na verdade da contratação
de deficientes físicos e da adaptação do ambiente de trabalho. E, ao contrário
do que foi propagado, a empresa tem sede no Brasil, no estado de Minas Gerais,
e não nas ilhas Bermudas.
O
Termo de Ajustamento de Conduta refere-se, na verdade, à ampliação da
contratação de deficientes físicos e as denúncias da CPT relatadas não dizem
respeito ao CNPJ da Alcana. Além disso, a empresa foi responsável por 17% da
doação e não por 93%, como acusa o grupo.
Além
da campanha de Flávio Dino em 2010, a Alcana Destilaria, portadora do CNPJ
18.614.602/0001-02, também fez doações de campanha da presidenta Dilma e para a
legenda que apoiou Roseana Sarney em 2010, no caso o PR.
Empresas
denunciadas não têm relação com campanha de Dino no MA
Planilha
do TSE confirma repasse ao comitê de Dilma Rousseff
As
denúncias de trabalho escravo citadas no sistema Sarney relacionam-se a outras
empresas integrantes do grupo, mas que não fizeram doações para a campanha de
Flávio Dino.
Estas
empresas são a Infinity Agrícola S.A, sediada em São Paulo e portadora do CNPJ
nº 08.080.068/0001-30 e a Usina Navirai, sediada em Mato Grosso do Sul,
portadora do CNPJ nº 07.929.985/0001-83, conforme constam dados do Comissão
Pastoral da Terra (CPT).


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