Um grave acidente logo na
manhã desta sexta feira (10), na BR 010 com JK, entre duas motos deixou um dos
motoqueiros ferido com gravidade, segundo informações de populares. Os dois
motoqueiros estariam contrariando a lei de trânsito. O que pilotava a moto Bros
preta estava na BR 010 para entrar na Avenida JK e o motoqueiro da Titan fazia
uma ultrapassagem de um caminhão pela lado direito quando se chocaram. O Samu
esteve no local onde fez os primeiros atendimentos médicos. As vitimas foram
encaminhadas para Socorrão municipal.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
628 coletivos foram assaltados em 2013, conforme Sttrema
Os casos de assaltos a coletivos na Região
Metropolitana de São Luís, no ano passado, aumentaram aproximadamente 121% com
relação ao ano de 2012, conforme dados do Sindicato dos Trabalhadores do
Transporte Rodoviário do Estado do Maranhão (Sttrema). No total, foram
registradas pelo sindicato 628 ocorrências nos últimos 12 meses. Segundo o
Sttrema, é possível que esse número seja maior, por causa dos assaltos que não
são informados à entidade por algumas empresas de transporte público.
Na zona rural e na área
Itaqui-Bacanga, principalmente nas regiões do Alto da Esperança, Gapara e
Residencial Paraíso, são comuns as ocorrências de assaltos a coletivos. Os
bairros São Francisco, Cidade Operária, Ipase, João Paulo, além das avenidas
dos Franceses e dos Africanos também são pontos conhecidos como suscetíveis a
ação de assaltantes de coletivos.
“Existem
pontos estratégicos de assaltos. No Ipase, principalmente naquela parada de
ônibus próximo à Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes [SMTT]
acontecem várias ocorrências. No retorno do São Francisco, começaram há pouco
tempo esses assaltos, que só aumentam. Nas avenidas dos Africanos e dos
Franceses, próximo à rodoviária, são comuns os assaltos. Na área dos bairros
que cercam a BR-135, do Km-0 para a frente, também são comuns roubos em
coletivos”, disse Gilson Coimbra, presidente do Sttrema.
Ainda
de acordo com o sindicato, o horário das investidas de assaltantes varia de
acordo com o local. Conforme Gilson Coimbra, em diversos locais os assaltos
acontecem à noite, mas também é crescente o número de ocorrências durante o
dia. “De 18h até as 22h acontece a maioria dos crimes. Mas há locais, como no
retorno do São Francisco, onde as ocorrências acontecem preferencialmente às
6h”, frisou.
Assaltos
crescentes
No ano de 2012, foram registrados 260 roubos em coletivos, indicando uma média de 21,67 ocorrências a cada mês. “Houve uma grande desproporção de um ano para o outro. Em 2013, foi muito grande o crescimento desse tipo de assalto com relação a 2012″, ressaltou Isaías Castelo Branco, secretário administrativo do Sttrema.
No ano de 2012, foram registrados 260 roubos em coletivos, indicando uma média de 21,67 ocorrências a cada mês. “Houve uma grande desproporção de um ano para o outro. Em 2013, foi muito grande o crescimento desse tipo de assalto com relação a 2012″, ressaltou Isaías Castelo Branco, secretário administrativo do Sttrema.
Ainda
de acordo com a diretoria do Sttrema, só no mês de agosto de 2013 foram
registradas 70 ocorrências de roubos em coletivos na capital, 63 a mais do que
os ocorridos no mesmo mês em 2012. “Os assaltos são mais comuns durante
períodos de festividades. Junho, novembro e fevereiro sempre registram muitos
casos. Mas em 2013 aconteceu algo desproporcional, porque em vários meses que
não costumam ter muitos registros, aumentou muito o número de casos, como maio
e setembro”, comentou o secretário administrativo do Sttrema.
Segundo
Isaías Castelo Branco, apesar dos muitos assaltos, apenas uma morte foi
registrada no ano passado. Um cobrador que prestava serviço para a linha do
Residencial Paraíso, na área do Itaqui-Bacanga, foi morto em serviço. No
entanto, são muitos os casos de motoristas e cobradores espancados durante
roubos em coletivos. “É comum os trabalhadores serem agredidos pelos marginais.
Mas com a nova gestão do sindicato ficou expressamente proibido que ainda
tenham de pagar pelo prejuízo deixado pelos assaltantes”, complementou Gilson
Coimbra.
Mais
casos
Diversas empresas de transporte público da capital deixam de notificar o Sttrema dos casos de assaltos que acontecem durante o trajetos de suas linhas. Por isso, conforme a entidade, é possível que o número de roubos seja bem maior. “Principalmente as empresas pequenas não registram esses assaltos. Não sei por quê. A gente sempre bate nessa tecla nas reuniões, mas não muda. Só as grandes empresas nos mandam esses dados, cerca de seis delas. Por isso, sabemos que o número de assaltos é bem maior. Acreditamos que aproximadamente 800 roubos tenham acontecido no ano passado”, finalizou Isaías Castelo Branco.
Diversas empresas de transporte público da capital deixam de notificar o Sttrema dos casos de assaltos que acontecem durante o trajetos de suas linhas. Por isso, conforme a entidade, é possível que o número de roubos seja bem maior. “Principalmente as empresas pequenas não registram esses assaltos. Não sei por quê. A gente sempre bate nessa tecla nas reuniões, mas não muda. Só as grandes empresas nos mandam esses dados, cerca de seis delas. Por isso, sabemos que o número de assaltos é bem maior. Acreditamos que aproximadamente 800 roubos tenham acontecido no ano passado”, finalizou Isaías Castelo Branco.
Lista prévia dos detentos a serem transferidos para presídios federais será fundamentada
O Governo do Maranhão deve fazer uso
das 25 vagas oferecidas em unidades prisionais pelo Governo Federal. Foi
elaborada uma lista prévia dos detentos a serem transferidos e além dos
envolvidos nos ataques a coletivos e delegacias da capital, estarão outros
considerados de alta periculosidade.
A penitenciária de segurança máxima
de Mato Grosso deve ser o destino dos detentos, segundo o secretário adjunto de
Estabelecimentos Penais, Hamilton Louzeiro. Ele informou que foi elaborada uma
lista prévia com os possíveis nomes e é finalizada a fundamentação das
transferências. Ele não informou quais e quantos devem ser enviados a unidade
federal. “Provavelmente, todas as vagas disponíveis para o Estado devem ser
ocupadas”, pontuou. A transferência será em aeronave da Polícia Federal, presos
irão separados para evitar confronto de facções e a escolta será feita pelo
Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão do Ministério da Justiça.
No documento vão constar informações detalhadas sobre cada detento e histórico processual que será avaliado para definir sobre o envio ao presídio federal. O secretário adjunto não confirmou a data das transferências. A penitenciária de Mato Grosso é a maior do Estado e abriga 1.372 detentos. É monitorada por sistema interno de vídeo e possui uma ala denominada de Raio Cinco, onde são mantidos os presos de maior periculosidade. Possui ainda 128 celas móveis e está em fase de federalização, ou seja, 36 vagas para presos federais.
A unidade foi inaugurada em março de
1985, foi desativada e passou por reformas para torná-la mais segura e com
maiores condições de ressocialização dos detentos.
Somam 18 os presos sob suspeita de envolvimento com os ataques da última sexta-feira, 3. Os detidos mais recentes foram Ítalo Santos Costa, 21 anos, e irmão, um adolescente de 17 anos que está apreendido, moradores do João Paulo, onde ocorreu um dos ataques. Os outros presos são Hilton John Alves Araújo, 27 anos, o Praguinha; Francisco Antônio Lobato Júnior, 26 anos, o Frazão; Rogenilson Boaventura Brito, 22 anos, o Pelado; Jorge Henrique Amorim Martins, 21, o Dragão; Wilderley Moraes, 25 anos, o Paikan; Diego da Silva do Carmo, 20, o Mocozinho; Luis Gustavo do Nascimento, 18 anos, o Melônio ou Gustavo; Ismael Caldas de Sousa, 25, o Piranha; Julian Jeferson Sousa da Silva, 21 anos; Laravardiere Silva Rodrigues Sousa Júnior, 31, o Júnior Black; e Sanção dos Santos Sales, 19. Estes três últimos são suspeitos de integrar o bando que incendiou os coletivos, segundo a polícia. O resultado dos ataques foram quatro ônibus incendiados, duas delegacias atacadas, quatro feridos e ainda internados em tratamento, sendo um em estado grave, e uma morte.
A pedido do Governo do Maranhão, o Ministério da Justiça manterá as equipes da Força Nacional no estado até dia 23 de fevereiro. A medida visa garantir a manutenção da ordem e coibição de confrontos entre as facções dentro do Complexo de Pedrinhas. Também cabe aos homens da federal auxiliar o governo no controle de ações de retaliação dos presos. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), as ordens dos ataques saíram de dentro do Complexo. Ano passado somaram 62 os detentos mortos dentro do sistema prisional no Estado, envolvendo decapitações. Segundo o Governo, os ataques seriam uma resposta às ações da Segurança.
Trio assalta loja do armazém paraíba na Cohab
Um
assalto foi registrado hoje pela manhã em uma loja de móveis e eletrodomésticos
localizado no bairro da Cohab em São Luís. Segundo informações colhidas pela
polícia o assalto foi praticado por três homens e uma mulher armados.
Foram levados uma Tv e mais de mil reais em dinheiro, os três
fugiram em motos, e ainda não foram identificados.
Aguarde mais informações
Violência acontece porque Maranhão está mais rico, diz Roseana
A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), justificou a
violência no Estado com o aumento da riqueza entre os maranhenses. De acordo
com ela, o Maranhão está mais rico e isso faz com que a segurança piore.
"É um Estado que está se desenvolvendo, que está crescendo. E
um dos problemas que está piorando a segurança do nosso Estado é que nosso
Estado está mais rico, mais populoso também", disse Roseana.
Procurador-geral deve pedir intervenção federal no
Maranhão
Ministro da Justiça anuncia comitê contra crise em prisões do MA
Conselho quer que MA apresente um plano emergencial para
prisõesMinistro da Justiça anuncia comitê contra crise em prisões do MA
A governadora também disse não acreditar na intervenção federal no
Estado. E justificou: "Não acredito que [o procurador-geral da República]
vá pedir intervenção, porque estou cumprindo com o meu dever no Maranhão. O
Estado está indo muito bem", disse, citando a seguir o avanço do PIB,
melhoria das estradas e dados da educação e indústria.
Em entrevista nessa quinta-feira (9) em São Luís, a governadora
Roseana disse que a violência no complexo de Pedrinhas, com 62 mortos desde o
ano passado, é "algo inexplicável".
"O que aconteceu me chocou, e a todo o Maranhão, porque o
povo do Maranhão não é violento. O que aconteceu lá é algo inexplicável. Estou
até agora chocada com o que aconteceu lá, porque o que existe são brigas de
facções. E elas são muito violentas. Acaba havendo problemas de morte no
presídio."
Roseana também relacionou a violência ao crack. "É uma
disputa praticamente por causa do crack, que tem uma força muito grande, uma
disputa de espaço. O que aconteceu em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Rio
Grande do Sul não é diferente do que está acontecendo aqui."
Adolescente é morto a tiro em escola de Paço do Lumiar
Na
manhã desta sexta-feira (10), um adolescente foi baleado e morto por um
colega, dentro da Unidade de Educação Básica Escolar Beneficente do
Conjunto Paranã, em Paço do Lumiar. O adolescente, de 12 anos, foi identificado
como Mateus Rodrigues Costa. Segundo informações da polícia, os meninos estavam
dentro de um banheiro brincando com um pistola calibre 380 quando o tiro foi
disparado e atingiu a boca da vítima.
O autor do disparo é Marconi Henrique da Silva, também de 12
anos.
EM 2013, DILMA NÃO PISOU NO TOMATE: INFLAÇÃO NA META
Número final da inflação de 2013 confirma mais uma derrota dos que apostaram - no mais das vezes de maneira ridícula - no caos dos preços; IPCA ficou em 5,91%, dentro da margem ampliada de 6,5% estabelecida pelo Banco Central; pelo décimo ano consecutivo País tem taxa na meta; desde janeiro, provocações e tentativas de desestabilização se sucederam nas mais diversas formas; presidente Dilma Rousseff garantia que a torcida contra perderia o jogo; ela venceu essa.
Também alimentada por expectativas, e
mesmo debaixo de grande torcida organizada contra, manifestada desde os
primeiros momentos de 2013 na mídia tradicional e familiar, a taxa oficial de
inflação do ano passado ficou dentro da meta ampliada do Banco Central, tendo
chegado a 5,91% - na margem de dois pontos que admitia chegar a 6,5%.
Das várias interpretações que serão
feitas a respeito - a inflação de 2013 foi maior que e a de 2012 e teve uma
disparada de 0,92% em dezembro, pressionada especialmente por bebidas e
alimentos --, a primeira leitura que tem de ser feita, em atenção ao fato em si
de a inflação ter ficado dentro da meta, é a que mostra uma grande vitória da
presidente Dilma Rousseff.
Dilma venceu, com o ministro Guido
Mantega, bateu dos melhores aos mais fracos economistas e comentaristas.
Todos apostaram contra, o que inclui o movimento internacional de mídia pela
cabeça de Mantega e outros elementos de desestabilização. Como alvo maior das
provocações e ataques diretos, a inflação estourada seria o número mais vistoso
a ser mostrado, como prova da tibieza do governo federal sobre o tema.
Mas a taxa oficial de inflação medida
pelo IBGE ficou dentro da meta, de resto o que já era esperado por todos. Foi
somente a partir de novembro, porém, quando formou-se um consenso de que o
índice não seria uma maluquice, que a campanha arrefeceu.
Perderam as capas de revistas com o
tomate pisado pela presidente, momento mais representativo do nível atual da
revista Veja, o eco produzido em Época e talvez Ana Maria Braga passe a pensar
duas antes de fazer campanha sobre mais um assunto do qual não entende nada.
De acordo com o ministro interino da
Fazenda, Dyogo Henrique, a inflação continua sob controle:
Ministro
interino da Fazenda diz que IPCA não surpreende e inflação está sob controle
Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil
Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro interino da
Fazenda, Dyogo Henrique, disse hoje (10) que o Índice de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA) de 5,91% no fechamento 2013 não surpreende o governo. Relatório
Trimestral de Inflação divulgado, em dezembro, pelo Banco Central projetava, em
cenário de referência, um índice de 5,8%.
"Já esperávamos que dezembro
tivesse um índice um pouco mais alto por conta do aumento do preço da gasolina
e também é um período de férias, quando as passagens aéreas tiveram uma
contribuição para que o índice viessem um pouco mais alto em dezembro",
destacou.
Para ele, o importante é que o índice
está dentro da meta, demonstrando por parte do governo que a inflação no Brasil
está sob controle, sem perspectiva de aumento exagerado de preços. A meta de 2013,
estabelecida pelo governo é 4,5%, com uma tolerância de 2 pontos percentuais.
Ou seja, no limite, a inflação poderia ficar em 6,5% que estaria dentro da
meta.
"Isso que é mais importante para
o país e para a população brasileira, que é nós termos a segurança de que
estamos mantendo a inflação dentro dos patamares e dentro das metas",
ressaltou ele, substituto do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que está de
férias.
Sobre o fato de o governo ter
estimado, por diversas vezes, que a inflação no ano passado deveria ser menor
do que a registrada em 2012, Dyogo disse que a variação é quase estável.
"Não sei se havia esse compromisso [de manter a inflação em patamares
menores do que 2012], mas há sempre a expectativa que o índice seja
bem-comportado e fique dentro da meta e foi o que aconteceu. No ponto de vista
da comparação interanual, a diferença é na segunda casa decimal, considerado
praticamente estável na comparação", argumentou o ministro. A inflação
medida pelo IPCA, em 2012, ficou em 5,84%.
Para 2014, as expectativas são
positivas, e os técnicos do governo não têm perspectiva de que a inflação tenha
comportamento "fora do normal". "A gente está prevendo que a
inflação este ano, assim como nos últimos dez, 11 anos, fique sob controle. E o
governo manterá todo o esforço e atenção para que isso ocorra."
Inflação
para famílias de baixa renda termina 2013 em 5,56%
Rio de Janeiro - O indicador que mede
a inflação para famílias de baixa renda, o Índice Nacional de Preços ao
Consumidor (INPC), fechou 2013 com alta de 5,56%, resultado menor que o de 2012
(6,2%). Os dados foram divulgados hoje (10) peloInstituto
Brasileiro de Geografia a Estatística (IBGE).
Influenciaram a inflação para essas
famílias em 2013 os preços dos produtos e serviços do grupo alimentação, que
subiram 8,03% e têm peso importante no orçamento das famílias. Também
aumentaram os custos de educação (8,01%), despesas pessoais (8,1%), além de
saúde e cuidados pessoais (6,5%)
De acordo com o IBGE, entre as
regiões metropolitanas pesquisadas, o maior INPC foi registrado em Fortaleza
(6,94%) e em Recife (6,93%). Nas duas capitais, além do grupo alimentação e
bebidas, pressionaram a inflação os reajustes nos preços dos alugueis. A
inflação mais baixa foi identificada em Salvador (4,7%).
O INPC calcula a inflação para
famílias com renda mensal de um a cinco salários mínimos em nove regiões
metropolitanas, incluindo Brasília e Goiânia.
IPCA
fecha 2013 em 5,91%
O indicador que mede a inflação no país,
o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o ano de 2013 em
5,91%. Divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), o resultado ficou acima do centro da meta estabelecida pelo
governo, de 4,5%. Em 2012, a inflação oficial fechou o ano em 5,84%.
O crescimento da inflação em 2013
refletiu no preço de produtos e serviços do grupo alimentação e bebidas em
todas as regiões, que subiu 8,48%. A alimentação é uma das maiores fontes de
despesas e consome cerca de 30% do orçamento das famílias brasileiras.
No mês de dezembro do ano passado, o
IPCA ficou em 0,92% – acima da taxa registrada em novembro (0,54%) e é o maior
IPCA mensal desde abril de 2003, quando cresceu 0,97% em um mês.
Em dezembro de 2012, o IPCA ficou em
0,79%. O aumento no preço dos combustíveis, em novembro, e das passagens aéreas
pressionou o indicador mensal, de acordo com o IBGE
Inflação fecha ano
em 5,52%, aponta FGV
A inflação medida pelo Índice Geral
de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) fechou o ano em 5,52%. A taxa é
inferior à observada em 2012, quando o IGP-DI ficou em 8,1%. O dado foi
divulgado hoje (8) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
A queda da inflação foi influenciada
principalmente pelos preços no atacado, mas o varejo também registrou queda no
ritmo de alta. O subíndice Preços ao Produtor Amplo, que analisa o atacado,
teve taxa de 5,07% em 2013, ante inflação de 9,13% em 2012. Já o subíndice Preços
ao Consumidor, que analisa o varejo, passou de 5,74% para 5,63%.
Os preços da construção civil, no
entanto, cresceram mais em 2013 do que no ano anterior. O subíndice de Custo da
Construção passou de 7,12% para 8,09%.
Apesar de fechar o ano em queda, o IGP-DI
do mês de dezembro (0,69%) foi superior ao observado em novembro (0,28%). A
alta de dezembro foi influenciada pelos preços no atacado, que passaram de
0,12% em novembro para 0,78% em dezembro, e pelos preços no varejo, cuja taxa
passou de 0,68% para 0,69%. A inflação na construção caiu de 0,35% para 0,1% no
período.
Fonte: Agência Brasil
Abaixo, notícia da Agência Reuters a
respeito:
RIO
DE JANEIRO, 10 Jan (Reuters) -
Pressionado por preços de alimentos, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA) encerrou 2013 com alta de 5,91 por cento, dentro da meta oficial
mas acima do resultado do ano anterior, frustrando o objetivo final do governo.
Só em dezembro, o IPCA subiu 0,92 por
cento, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta
sexta-feira, maior resultado mensal desde abril de 2003 (0,97 por cento).
Com isso, 2013 marcou o quarto ano
seguido em que a inflação brasileira fica próxima ou acima de 6 por cento,
repetindo a marca de 2010. Em 2011, a inflação no ano acelerou a 6,50 por
cento, para depois enfraquecer a 5,84 por cento em 2012. A meta do governo é de
4,5 por cento, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos.
Os resultados ficaram bem acima da
expectativa em pesquisa da Reuters, cuja mediana apontava alta mensal de 0,82
por cento em dezembro e de 5,82 por cento no ano passado.
De acordo com o IBGE, em 2013 o
principal impacto veio de Alimentação e Bebidas, com alta acumulada de 8,48 por
cento. Embora tenha desacelerado ante 2012 (9,86 por cento), o grupo ainda teve
impacto de 2,03 pontos percentuais no índice do ano passado.
O resultado do IPCA no ano só não foi
pior porque, em janeiro, o governo promoveu forte redução no valor das tarifas
de energia elétrica e, em meados do ano, o aumento dos preços do transporte
público foi revogado em várias capitais após intensas manifestações populares.
Os preços de energia elétrica
residencial fecharam o ano passado com queda de 15,66 por cento, tendo impacto
de -0,52 ponto percentual no IPCA, segundo o IBGE.
Já Transportes, apesar da revogação
da alta das tarifas, ainda subiu 3,29 por cento no ano, ante 0,48 por cento em
2012, com impacto de 0,64 ponto percentual no IPCA fechado em 2013.
O IBGE informou ainda que, na
variação mensal, o maior destaque do IPCA em dezembro coube ao grupo
Transportes, com alta de 1,85 por cento, ante 0,36 por cento em novembro.
MAIS APERTO
Sem conseguir colocar a inflação na
trajetória para a meta, o governo acabou assumindo o discurso de que entregaria
o IPCA do ano passado abaixo do visto em 2012. Em agosto passado, por exemplo,
o próprio presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, chegou a afirmar que
esse era o objetivo.
Para tanto, em abril o BC deu início
a um ciclo de aperto monetário que não terminou ainda e tirou a Selic da mínima
histórica de 7,25 por cento para o atual patamar de 10 por cento. A expectativa
de economistas era de que a taxa básica de juros vá a 10,50 por cento no final
deste ano segundo última pesquisa Focus do BC.
Na próxima semana, o Comitê de Política
Monetária (Copom) do BC fará sua primeira reunião de 2014 e as estimativas são
de que haverá alta de 0,25 ponto percentual na Selic.
(Por Rodrigo Viga Gaier e Felipe
Pontes; Texto de Camila Moreira; Edição de Patrícia Duarte)
Inflação fecha 2013 a 5,91%, acima de 2012, mas dentro da meta do governo
A inflação oficial fechou o ano de
2013 com alta de 5,91%, segundo o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor –
Amplo), divulgado nesta sexta-feira (10). O resultado ficou abaixo do teto da
meta oficial do governo, mas acima da inflação do ano anterior e do esperado
pelo Banco Central, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE). Em 2012, a inflação tinha ficado em
5,84%.
O BC trabalha para que a média de alta dos preços seja de 4,5% em cada
ano, mas há uma tolerância de dois pontos porcentuais para mais ou para menos
(ou seja, aceita-se uma inflação entre 2,5% e 6,5%), de acordo com o sistema de
metas de inflação.
A previsão do BC,
divulgada em dezembro, era de que a inflação fechasse 2013 a 5,8%.
O IPCA mede a inflação para as famílias com renda de um a 40 salários
mínimos em nove regiões metropolitanas do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo
Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém, a além
do município de Goiânia e de Brasília.
Resultado não foi
pior graças à conta de luz e tarifa de ônibus
O resultado do IPCA no ano só não foi pior porque, em janeiro, o governo
promoveu forte redução no valor das tarifas de energia elétrica e, em meados do
ano, o aumento dos preços do transporte público foi revogado em várias capitais
após intensas manifestações populares.
Os preços de energia elétrica residencial fecharam o ano passado com
queda de 15,66%, tendo impacto de -0,52 ponto percentual no IPCA, segundo o
IBGE.
Já transportes, apesar da revogação da alta das tarifas, ainda subiu
3,29% no ano, ante 0,48% em 2012, com impacto de 0,64 ponto percentual no IPCA
fechado em 2013.
Alimentos e bebidas
foram vilões; cafezinho ficou quase 12% mais caro
O resultado do ano passado foi puxado, principalmente, por alimentos e
bebidas, com avanço de 8,48% em 2013. Comer fora de casa ficou 10,07% mais caro
em 2013, segundo o IBGE, acima da alta de 9,51% de 2012.
O cafezinho, por exemplo, subiu 11,78% no ano passado; tinha subido
8,67% em 2012.
As despesas pessoais ficaram em segundo lugar no ranking das maiores
variações. Pelos serviços dos empregados domésticos, as famílias passaram a
pagar rendimentos mais altos em 11,26%.
Também tiveram fortes altas o cigarro (15,33%), manicure (11,01%), hotel
(10,81%), costureira (7,03%) e cabeleireiro (8,05%).
Dezembro teve maior
inflação desde abril de 2003; vilão foram transportes
A inflação oficial acelerou para 0,92% em dezembro, após alta de 0,54%
em novembro, e teve a maior alta mensal desde abril de 2003, quando atingiu
0,97%.
Foi também o maior valor para meses de dezembro desde 2002, cujo
resultado chegou a 2,10%.
Dos grupos de produtos e serviços pesquisados, transporte teve a
maior variação e o maior impacto em dezembro: alta de 1,85% e impacto de 0,35
ponto percentual.
A gasolina, cujo impacto foi de 0,15 ponto percentual no índice, e as
passagens aéreas, com 0,12 p.p., constituíram-se nos destaques individuais do
mês. Juntos, somando 0,27 p.p., estes dois itens se apropriaram de quase um
terço (29%) do IPCA.
O litro da gasolina ficou, em média, 4,04% mais caro. A alta foi reflexo
do reajuste de 4% nas refinarias a partir de 30 de novembro. Nas passagens
aéreas, o aumento médio chegou a 20,13%. O etanol teve aumento médio de
4,83%. No caso do óleo diesel, o reajuste de 8% nas refinarias, a partir de 30
de novembro, acabou por se refletir em 4,89%, em média, nos preços ao
consumidor.
Quanto às viagens interestaduais realizadas através de ônibus, também
ficaram mais caras no mês, em média 1,30%, ainda em consequência do reajuste de
6,90% autorizado desde 3 de outubro.
Perspectiva para
2014
De acordo com os economistas consultados
pelo Banco Central, a inflação esperada para este ano está
em 5,97%. Novas projeções são divulgadas todas as segundas-feiras, no Boletim
Focus.
Roseana renuncia ao mandato em abril e tenta o Senado
Em meio a uma crise na
segurança pública de repercussão internacional, a governadora Roseana Sarney
(PMDB-MA) vai renunciar ao mandato em abril para disputar uma vaga no Senado e
garantir a permanência da família no poder, o que obrigará o Estado a fazer uma
nova eleição para escolha do sucessor dela até janeiro de 2015.
A solução e as explicações
para a barbárie nos presídios ficarão para um governador "tampão",
que será eleito pela Assembleia Legislativa, em votação indireta. A renúncia de
Roseana forçará uma nova eleição porque o vice-governador, Washington Oliveira,
foi nomeado conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) numa manobra para
tirar o então petista do comando do Palácio dos Leões. A Constituição determina
que, neste caso, quando não há o vice, deve haver eleição indireta para o
mandato "tampão" - cenário que já ocorreu no Distrito Federal e no
Tocantins, por exemplo.
Numa reunião há duas
semanas, na Ilha de Curupu, onde a família Sarney tem casa, Roseana afirmou que
não tinha intenção de disputar o Senado e que sua vontade seria se mudar para
os Estados Unidos. Foi convencida do contrário pelo pai, o senador José Sarney
(PMDB-AP). Um dos presentes contou ao Estado que Sarney alertou a filha de que
ela era a única que poderia manter o poder político da família (o senador tem
83 anos) e, como congressista, manteria a imunidade parlamentar. Sarney,
segundo relatos, comparou a situação à do ex-presidente Bill Clinton.
"Você é a
continuidade. Vai sair da política e viver pagando advogados? Depois que a
gente senta em certas cadeiras, fica vulnerável a processos. Clinton, quando
saiu da presidência, enfrentou vários processos", disse o senador, segundo
interlocutores. Os irmãos Fernando (empresário) e Zeca Sarney (deputado pelo
PV-MA) concordaram com o pai.
Ao renunciar ao governo,
Roseana deixaria de ser alvo em questões como a crise nos presídios, mudando o
foco para a candidatura. Após o apelo do pai, ela cedeu. A família, contudo,
tem pela frente mais um complicador: a escolha do candidato "tampão".
Gostaria de indicar um secretário estadual para a disputa, mas o presidente da
Assembleia, Arnaldo Melo (PMDB), com votos na situação e na oposição, impôs seu
nome.
Emparedada no
Legislativo e desgastada pela selvageria nos presídios, a governadora pode
acabar cedendo ao peemedebista, evitando que o nome de sua preferência perca a
eleição indireta e ela, sua influência no comando do Estado. Principal
adversário da família Sarney, o presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB),
também vai renunciar ao cargo no final do mês para se preparar para a eleição
de outubro. A decisão pela saída foi reforçada pela crise na segurança.
A oposição considera o
momento favorável não só na tentativa de retornar ao Palácio dos Leões, mas de
ocupar a vaga em disputa no Senado, com o enfraquecimento político de Roseana.
O nome mais cotado é o do vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB),
aliado do ex-governador e provável candidato ao governo do Maranhão, José
Reinaldo Tavares (PSB).
"Se
Roseana não sair para o Senado, o grupo dela acaba e eles (os Sarney) precisam
de influência lá", afirma Tavares. Ele diz que pretende concorrer ao
mandato tampão, mas reconhece ser difícil derrotar o atual presidente da
Assembleia. A reportagem procurou Arnaldo Melo, mas ele não ligou de volta. As
informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Cinco adolescentes fogem de Unidade da Funac no Bairro do Vinhais
SÃO LUÍS - Cinco adolescentes fogem, na noite dessa quinta-feira
(9), do Centro de Juventude Canaã, unidade de internação provisória da Funac
(Fundação da Criança e do Adolescente), localizada no bairro do Vinhais. Entre
os fugitivos está Tiaguinho, autor da morte de um frentista de um posto de
combustível no Bairro do São Raimundo. O crime aconteceu no ano passado.
Ao
todo, doze fugas de adolescentes de Unidades da Funac, em São Luís. Na última
terça-feira (7), sete adolescentes fugiram do Centro de Ressocialização Alto da
Esperança, no bairro do Anjo da Guarda, área Itaqui-Bacanga. A fuga aconteceu
depois de uma confusão, que resultou em, pelo menos, um ferido.
A
fuga foi pelo portão principal da unidade. Todos os adolescentes estavam com
armas artesanais e fizeram refém um colega de unidade. Em seguida, forçaram a
saída pelo portão, depois de ameaçar os monitores de plantão. No local, houve
uma tentativa de homicídio.
Entre
os fugitivos está o adolescente identificado como 'Renan', que participou da
morte do empresário Daniel Smith, crime de repercussão na capital em setembro
do ano passado, além de 'Bananinha'. Os adolescentes que saíram da unidade
fugiram por uma área de mangue.
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