Ligadas ao PT da presidente Dilma Rousseff, centrais sindicais preparam série de mobilizações contra a candidata do PSB, Marina Silva.
Segundo o colunista Bernardo
Mello Franco, a Federação Única dos Petroleiros, filiada à CUT, organiza
ato do pré-sal contra ‘ameaça Marina’, que defende mudanças na política
energética. "Temos uma chance para investir na educação. Não podemos fazer
como a Marina, que desdenha essa riqueza", diz José Maria Rangel,
dirigente da entidade.
Já os
bancários da Caixa e do Banco do Brasil preparam manifestação contra proposta
da candidata do PSB de propor maior financiamento privado a programas de
habitação: "A proposta da Marina é enfraquecer os bancos públicos e
torná-los mais atrativos para serem vendidos".
O
principal líder do MST, João Pedro Stédile, também tem levantado amigos com
críticas ao programa de Marina para a reforma agrária: "Um corolário de
perfumarias" que não afetará a "concentração de terra e os interesses
do agronegócio".

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