A arrecadação de impostos e
contribuições federais chegou a R$ 86,621 bilhões em março. O crescimento ficou
em 2,5% com a correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo,
(IPCA).
No primeiro trimestre, a arrecadação
de R$ 293,426 bilhões teve crescimento real (corrigido pela inflação) de 2,08%,
na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo a Receita Federal, o
resultado foi influenciado pela queda na arrecadação do Imposto de Renda da
Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido em janeiro e em
fevereiro, com reduções de 5,46% e 16,53% respectivamente. Em março, a Receita
informou que a arrecadação desses tributos ficou estável.
A Receita também citou como fator de
influência, as desonerações tributárias principalmente de folhas de pagamento,
da Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (Cide) dos combustíveis, do
Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis e do Imposto sobre
Operações Financeiras (IOF), cobrado no crédito para pessoas físicas.
Outro fator foi o desempenho de
indicadores econômicos que influenciam a arrecadação de tributos. O valor em
dólar das exportações caiu 5,31% em fevereiro deste ano, comparado com igual
mês de 2013. Nessa mesma comparação, houve crescimento de 5,04% na produção
industrial, de 8,47% na venda de bens e serviços e de 10,07% na massa salarial.

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