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quinta-feira, 20 de março de 2014

IBOPE: DILMA TEM 43%, AÉCIO 15% E CAMPOS 7%


O Ibope divulgou nesta quinta-feira sua mais recente pesquisa sobre a sucessão presidencial. Ela aponta a presidente Dilma Rousseff com 43%, contra 15% de Aécio Neves e 7% para Eduardo Campos.
Assim, ela venceria no primeiro turno, com folga.
A nova pesquisa Ibope gerou uma forte onda de especulação no mercado financeiro, provocando fortes altas de ações do setor elétrico e também da Petrobras. Só nesta quinta-feira, a Petrobras subiu mais de 4%, depois de ter subido mais de 3% nos dois pregões anteriores. Especuladores apostavam numa queda da presidente Dilma, que não se confirmou.
O Ibope também pesquisou um cenário com Marina Silva no lugar de Eduardo Campos, o que não geraria grandes alterações. Dilma teria 41%, contra 14% de Aécio e 12% de Marina.
Nas simulações de segundo turno, Dilma supera com folga todos os adversários. Contra Marina, o placar seria de 45% a 21%. Contra Aécio, de 47% a 22%. Contra Campos, de 47% a 16%.
A pesquisa sobre rejeição também foi boa para a presidente. Enquanto Dilma tem uma taxa de 38%, Aécio tem 41%, Campos 39% e Marina, idem.

Ao que tudo indica, especuladores que tentaram manipular o mercado financeiro em razão da pesquisa eleitoral terão ressaca nesta noite.

Delegada é encontrada morta em sua própria residência na cidade de Lago da Pedra


























A delegada da cidade de Lago da Pedra, Diones Marilda Meireles, foi encontrada morta em sua própria residência, na tarde desta quinta-feira (20/03).

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP), a delegada estava em processo de aposentadoria e no momento estava sozinha na hora do ocorrido, quando foi á geladeira e pegou no congelador, recebeu uma descarga elétrica e teve morte imediata. Diones Marilda foi encontrada pelos próprios familiares. 

A polícia já está no local e aguardam a perícia, para o corpo ser transferido para o Instituto Médico Legal de São Luís e fazerem os exames para descobrirem de fato qual a verdadeira causa da morte.


O delegado títular da delegacia de Lago da Pedra, Lúcio Rogério Nascimento, já está investigando o caso.

Bando promove arrastão em Parnarama e Matões


Uma quadrilha de assaltantes promoveu terror nas cidades de Matões e Parnarama, na região Leste do Maranhão, na manhã desta quinta-feira (20). O bando realizou assaltos a uma agência bancária, casas lotéricas e estabelecimentos comerciais das duas cidades. Em Parnarama, eles assaltaram a agência do Bradesco, fizeram os clientes reféns e o gerente ficou 40 minutos na mira dos bandidos.
Os policiais da Rondas Ostensivas de Naturezas Especiais (RONE), de Teresina (PI), foram deslocados para o município de Matões, para onde a quadrilha se deslocou e já efetuou vários assaltos na região. “Eles fugiram de Parnarama e já deram suporte a outro assalto no município de Matões”, disse o capitão Fábio Abreu.
Segundo o capitão, a quadrilha efetuou assaltos ao banco, loteria, e comércios da região. Ainda não há informações de refém ou de feridos. “Em Parnarama, eles fizeram reféns, o gerente ficou 40 minutos sob a mira dos bandidos, mas já foi liberado. Nós estamos agora em Matões, para tentar desarticular essa quadrilha”, contou o policial militar ao Portal Az, de Teresina. O município de Parnarama fica na divisa do Maranhão com o Piauí.
De acordo com os moradores do local, o assalto em Matões aconteceu depois que a cidade ficou sem policiais, já que todos haviam sido deslocados para Parnarama. “A cidade ficou sem policial, porque foi todo mundo deslocado para Parnarama. Por causa disso, fizeram um estrago grande, roubaram o banco, loterias e até uns comércios”, detalhou uma moradora.

Não a informações sobre os bandidos até o momento. A polícia está na região fazendo um cerco para a captura. O capitão Fábio Abreu diz que toda a cidade está com presença de policiais.

Maranhão tem uma das piores coberturas de esgoto do país

Sempre ocupando os últimos lugares nas pesquisas sobre saneamento básico feitas no país, o Maranhão oferece cobertura de esgotamento sanitário a apenas 16,39% dos seus cerca de 6,79 milhões de habitantes (só 1,11 milhão de pessoas atendidas), de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na capital, São Luís, apenas 45,57% da população de 1.027.430 pessoas (468.199 indivíduos) são assiatidas por rede de esgoto, segundo a ONG Trata Brasil.
O assunto foi um dos principais temas do Seminário Interfederativo sobre Saneamento Básico e Metropolização, que reuniu em São Luís 12 prefeitos, além de secretários municipais, para discutir políticas públicas destinadas a atacar o problema. Ínfimos 6,5% dos municípios do estado (14 cidades) contam com esgotamento sanitário. O Maranhão só ganha do Pará (6,3% dos municípios com saneamento) e do Piauí (4,5%).
 RIO DE FEZES’ – Em São Luís, uma vala extensa corta o bairro da Areinha e outros próximos ao centro, espalhando mau cheiro e carregando lixo de todo tipo (inclusive muitos móveis e sucatas de carros, jogados por moradores), fezes e animais mortos (bois, vacas, ovinos, gatos, cães). O “rio de fezes” desemboca no mangue que circunda a capital maranhense – que insiste em sobreviver, apesar da agressão diária –, e de lá a água fétida vai para o mar.
Às margens da vala, em meio à sujeira, é possível encontrar, todos os dias, vacas, bois e outros animais pastando.
O morador Adriano Rocha Alves, de 47 anos, contou que a vala foi construída pelo Estado há mais de três décadas. “Não resolveu o problema do esgoto de São Luís; só serviu para contaminar a Barragem do Bacanga, o mangue e o mar”, disse Adriano.
O comerciante Aguinaldo Avelar, 65, outro morador da Areinha, afirmou que muitos gestores públicos – prefeitos e governadores – prometeram cobrir a vala, mas as palavras nunca saíram do papel.
Sem saída, moradores da Areinha têm de se acostumar a conviver com moscas, mosquitos, baratas, ratos e até cobras que aparecem, de vez em quando, na vala. Sem contar as doenças, como dengue, diarreia, coceiras e micoses.
“Minha mulher já contraiu dengue e as crianças daqui vivem com doenças de pele e disenteria”, disse Aguinaldo.

PRAIAS – Nas praias do Olho d’Água e do Caolho – as mais poluídas da orla de São Luís, segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) – curiosamente é um dos poucos locais do Maranhão em que há uma rede coletora e uma estação de tratamento de esgoto. O problema é que o projeto nunca cumpriu sua função desde quando foi inaugurado pela Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), há pouco mais de cinco anos.
Dessa forma, os dejetos in natura que chegam à estação não são tratados. Em vez disso são lançados diretamente no Rio Pimenta, às margens do qual está localizada a estação, e de lá vão para o mar. Misturado ao esgoto, o Pimenta virou um “meio de transporte” de toneladas de fezes e outros detritos, lançados diariamente nas praias ludovicences.
Segundo Francilene Santos, 35, que nasceu e cresceu no Caolho, “antigamente era possível ver o fundo do Rio Pimenta, com seus peixes, siris e até jacarés”.
Atualmente, diz ela, “só se vê muita espuma, vinda das lavanderias dos hotéis da região”.
“Eu não entro mais no mar, pois já contraí coceira, frieira e outras micoses”, afirmou Francilene.
O surfista Francisco Olímpio, 26, contou que surfa na praia do Caolho há três anos, por ser um dos melhores locais para praticar o esporte, e que não teme mais as doenças. “Já peguei várias doenças de pele, mas acredito que já criei anticorpos, o corpo acostumou”.

JAMBEIRO – Outro bairro castigado pela falta de saneamento básico é o Jambeiro, na área Itaqui-Bacanga – a mais populosa de São Luís. A dona de casa Francisca Pereira, 59 anos, moradora da Rua Cruzeiro do Sul, contou que em algumas casas do Jambeiro existem fossas. Porém, em outras os dejetos fecais vão direto para a rua, o que provoca odor, sujeira e doenças.
Na Rua São Paulo, a situação é a mesma. A dona de casa Neurimar Silva, 41, informou que não tem fossa, mas o marido fez uma encanação para conduzir os dejetos para uma vala.
“O nosso esgoto vai da vala para um mangue, atrás de nossa casa. Porém, isso não resolve os nossos problemas, pois o povo das outras casas joga esgoto direto na rua. Quando chove, é um deus-nos-acuda. Já vi fezes espalhadas no chão várias vezes. Doenças não faltam. Eu e meus filhos fomos contaminados por dengue, e vivemos com coceira e outras micoses”.
Alguns moradores da rua construíram pequenas pontes para poder chegar a suas casas sem ter de pisar no esgoto.
Para o consultor da Associação Nacional dos Servidores de Saneamento, Wladimir Ribeiro – que participou do Seminário Interfederativo sobre Saneamento Básico e Metropolização –, o problema do saneamento em São Luís é a opção por sistemas separados, e não integrados, no tratamento do esgoto.
“Se não houver um planejamento que permita que essa questão se normalize ao longo do tempo, cada vez vai ficar mais difícil que São Luís tenha um saneamento adequado”, disse o consultor.

 Do jornal pequeno

Homem mata a mãe e faz crianças reféns na cidade de Zé Doca




Na cidade de Zé Doca, a 316 km de São Luís, um homem identificado como Douglas Almeida Dias, de 28 anos, esfaqueou sete vezes a própria mãe, identificada como Marly Almeida, uma idosa de 60 anos e manteve uma criança de 5 e outra de 10 anos, como reféns. O crime aconteceu na noite desta quarta-feira (19).

De acordo com informações de testemunhas, o homem estaria sob o uso de drogas, e parecendo estar transtornado, teria se armado com duas facas e esfaqueado a mãe. Mesmo após ser atingida, a idosa ainda conseguiu sair de casa e pedr socorro aos vizinhos. Em seguida, Douglas se trancou na casa com as crianças.

Homens da polícia civil e militar conseguiram entrar na casa por uma janela e atiraram contra Douglas, que atingiram o braço e a perna do mesmo. Ele foi levado para o hospital para receber atendimento médico e em seguida, transferido para São Luís e apresentado no Centro de Triagem do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde ficará sà disposição da Justiça.


quarta-feira, 19 de março de 2014

Brasil ocupa a 112ª posição em ranking internacional de saneamento

Apesar de ser a sétima economia do mundo, o Brasil ocupava a 112ª posição em um conjunto de 200 países no quesito saneamento básico, em 2011, segundo aponta um estudo divulgado hoje (19) pelo Instituto Trata Brasil e pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, durante o fórum Água: Gestão Estratégica no Setor Empresarial.
O objetivo do estudo foi apontar benefícios que poderiam ser obtidos com mais investimentos em saneamento básico, melhorando a qualidade de vida do brasileiro e elevando a economia do país.
De acordo com esse trabalho, o Índice de Desenvolvimento do Saneamento atingiu 0,581, indicador que está abaixo não só do apurado em países ricos da América do Norte e da Europa como também de algumas nações do Norte da África, do Oriente Médio e da América Latina em que a renda média é inferior ao da população brasileira. Entre eles estão o Equador (0,707); o Chile (0,686) e a Argentina (0,667). O índice é mensurado com base no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), do Programa  das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
Na última década, o acesso de moradias à coleta de esgoto aumentou 4,1%, nível abaixo da média histórica (4,6%). Em 2010, 31,5 milhões de residências tinham coleta de esgoto. A região Norte foi a que apresentou a melhor evolução, apesar de ter as piores condições no país com 4,4 milhões de casas sem coleta. Somente o estado do Tocantins conseguiu ampliar o atendimento em quase 21%.
No Nordeste, um universo de 13,5 milhões não contavam com esses serviços e em mais de 6 milhões de lares não havia água tratada. O maior número de residências sem coleta foi registrado no estado da Bahia (3,3 milhões), seguido pelo Ceará (1,9 milhão). 
No Sul, mais 6,4 milhões de residências também não contavam com os serviços de coleta e os estados com os maiores déficits foram: Rio Grande do Sul (2,8 milhões) e Santa Catarina (1,9 milhão).  Já no Sudeste, com os melhores índices de cobertura, ainda existiam 8,2 milhões de moradias sem coleta.
Segundo advertem os organizadores do estudo, “a situação do saneamento tem reflexos imediatos nos indicadores de saúde”. Eles citam que, em 2011, a taxa de mortalidade infantil no Brasil chegou a 12,9 mortes por 1.000 nascidos vivos, superando às registradas em Cuba (4,3%), no Chile (7,8%) e na Costa Rica (8,6%).
Outro efeito direto da precariedade do saneamento, conforme destaca o estudo, refere-se à expectativa de vida da população (73,3 anos) em 2011, que ficou abaixo da média apurada na América Latina (74,4 anos). Na Argentina, a esperança de vida atingiu 75,8 anos e no Chile 79,3 anos.
O estudo destacou ainda que, se houvesse cobertura ampla do saneamento básico, as internações por infecções gastrintestinais que, segundo dados do Ministério da Saúde atingem 340 mil brasileiros, baixariam para 266 mil. Além da melhoria na qualidade da saúde isso representaria redução de custo, já que as internações levaram a um gasto de R$ 121 milhões, em 2013.
Pelos cálculos desse trabalho, a universalização traria uma economia das despesas públicas em torno de R$ 27,3 milhões ao ano e mais da metade (52,3%) no Nordeste. Outros 27,2% no Norte e o restante diluído nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste.
Conforme os dados, em 2013, 2.135 vítimas de infecções gastrintestinais perderam a vida - número que poderia cair 15,5%. A universalização do saneamento também diminuiria os afastamentos do trabalho ou da escola em 23% , o que poderia implicar em queda de R$ 258 milhões por ano. Em 2008, 15,8 milhões de pessoas ou 8,3% da população brasileira faltaram ao serviço ou às aulas por pelo menos um dia, sendo que 6,1% ou 969 mil por problemas causados por diarreias.  Deste total, 304,8 mil eram trabalhadores e 707,4 mil frequentavam escolas ou creches.

Outro benefício apontado pelo estudo, seria a dinamização do turismo com a criação de quase 500 postos de trabalho e renda anual de R$ 7,2 bilhões em salários, além de incremento na formação do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma da riqueza gerada no país, da ordem de R$ 12 bilhões.

Garoto de cinco anos agredido pelo pai tem morte encefálica

Um garoto de cinco anos, internado no Hospital da Criança, em São Luís, teve morte encefálica confirmada nesta quarta-feira (19). Segundo conselheiros tutelares da região do Centro da capital maranhense, a criança teria sido agredida pelos pais, na cidade de Urbano Santos. Inicialmente, o inquérito será conduzido pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), mas irá ser enviado para a delegacia do município onde o menino morava.
Ainda de acordo com os conselheiros, que fizeram o registro do Boletim de Ocorrências, na DPCA, o garoto apresentava fraturas nas costelas e estava inconsciente.
No BO, foi informado que a criança teria sido agredida compedaços de madeira e que sua mãe teria negligenciado socorro. A delegada Igliana Freitas, titular da DPCA, confirmou o relato feito pelos conselheiros tutelares e disse que já interrogou a mãe da criança, mas que aguarda o laudo do Instituto de Criminalística (Icrim), para tipificar um eventual crime.

Em nota, a Semus informou que apesar de a criança ter recebido todos os cuidados possíveis, não foi possível reverter seu quadro.

Quadrilha presa com fuzis e escopetas em Santa Inês

Sete homens estão sendo autuados neste momento na delegacia regional de Santa Inês acusados de formação de quadrilha e porte ilegal de arma de uso restrito. Eles são acusados por vários crimes na região.
De acordo com o titular da Regional de Santa Inês, delegado Valter Costa, com a quadrilha foram apreendidas duas escopetas calibre 12 e dois fuzis 762.
O grupo será apresentado na manhã desta quinta-feira (20) no auditório da Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-MA).


Universitários presos com 6 kg de maconha no congelador



Dois estudantes universitários foram presos por tráfico de drogas, na manhã desta quarta-feira (19/03), em dois bairros em São Luís.
O estudante de Turismo, de uma faculdade particular de São Luís, Thiago Barros Jacques, de 29 anos, foi preso no bairro do Alto do Angelim. Com ele foram encontrados dois tabletes de maconha prensada que estava guardada no congelador de uma geladeira, uma quantia de R$ 100 e mais uma balança digital.

O outro estudante que cursa Engenharia Ambiental foi identificado como Raimundo Nonato Silva Neto, 22 anos, mais conhecido como Neto. Na residência do estudante, no bairro do Recanto do Vinhais, foi apreendido cinco tabletes de maconha prensada,  uma balança de precisão, um valor de R$ 230 e 3 notbooks.No total sete quilos da droga foram apreendidos com os estudantes.

Os acusados foram encaminhados ao Departamento de Narcóticos (Denarc) e presos em flagrantes pelo delegado titular Cláudio Mendes.
"Eles foram presos em flagrante e serão autuados pelo crime de tráfico de drogas e associação pelo tráfico. Pelo visto os dois não tinham essa necessidade de se envolverem com o tráfico. Segundo eles, isso foi influência das amizades", contou o delegado Cláudio Mendes.
O delegado ainda disse que, a maconha que estava guardada dentro do congelador é usada para conservação da droga onde tem alto índice de THC. Os estudantes foram transferidos para o Centro de Triagem de Pedrinhas.


Roseana se apropria de obras do Governo Federal

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) criticou, na sessão desta quarta-feira (19), o fato da propaganda oficial do governo do Estado mostrar várias UPAs, construídas em São Luís pelo Governo Federal, ao exemplo do Vinhais e do Araçagy, como sendo obras da governadora Roseana Sarney. Segundo o parlamentar, não é a primeira vez que o Executivo tenta se apropriar de iniciativas alheias.
“Claro que nós sabemos que as UPAs são obras do Governo Federal. Fazem parte de um programa federal e, por não ter o que mostrar, o governo do Maranhão se apropria das UPAs, como se fosse uma realização exclusiva do Estado na intenção de passar a ideia de que existe um mínimo de ação do governo, coisa que nós percebemos que não há”, denunciou Othelino.
Segundo Othelino, o governo Roseana também tenta se apropriar da obra de duplicação da BR-135, na saída de São Luís. “Enfim, são diversas obras apropriadas na tentativa de enganar a população, repetidamente”, frisou.
Hospitais do interior do Maranhão
Sobre a questão da Saúde no interior do Estado, Othelino disse que não adianta o governo construir hospitais sem dar condições para que eles funcionem de forma descente e de fato. “Os municípios hoje não têm condições financeiras de arcar com os elevados custos de um hospital. Não adianta tentar jogar a responsabilidade para os municípios, porque foi o secretário de Saúde, Ricardo Murad, que criou esse problema e agora ele está com uma batata quente na mão e não sabe como administrar”, disse.

Segundo Othelino, esse problema, infelizmente, vai ficar para o próximo governador resolver. O parlamentar disse que o secretário de Saúde não conseguiu cumprir o compromisso de entregar os 72 hospitais e não coloca em funcionamento os que já foram concluídos.