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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Presos de Pedrinhas usavam celular para manter contato com sindicalistas




Um celular estava sendo usado para que presos do Centro de Detenção Provisória (CDP) do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, mantivessem contato com representantes do Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário do Maranhão (Sindspem-MA), segundo ocorrência n° 009/2014 da Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária do Maranhão (Sejap).



 
De acordo com a ocorrência, registrada pela direção do presídio, o celular foi encontrado sob posse do detento, José Jardersom Sá Matias. São suspeitos de manter contato com o preso a diretora do Sindspem-MA, Liana Furtado, e o ex-diretor de Pedrinhas, Raimundo Fonseca.
Segundo o secretário Sebastião Uchôa, Liana Furtado é esposa de um ex-direitor do CDP e já teria ligado para algumas rádios locais dando informações equivocadas de mortes, fugas e motins nos presídios. O marido responde a processo na Corregedoria do Sistema Penitenciário.
O secretário suspeita de uma articulação política para promover terror na penitenciária. “Uma pessoa que trabalhava no Presídio São Luís ouviu conversas de um agente penitenciário dando orientações de como os presos deveriam se comportar para criar terrorismos no sistema penitenciario”, contou o secretário Sebastião Uchôa.
O aparelho e mais três chips, assim como o registro da ocorrência, foram encaminhados para que a Polícia Cilvil e a Corregedoria do Sistema Penitenciário instaurem inquérito policial e sindicância, respectivamente.
A apreensão aconteceu um dia antes do protesto dos agentes penitenciários, convocado pelo sindicato para esta terça-feira (28). A manifestação reuniu pouco mais de dez participantes.
Crise
Um onda de ataques aconteceu no dia 3 de janeiro, em São Luís, depois de uma operação da Tropa de Choque da Polícia Militar no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Quatro ônibus foram incediados e duas delegacias alvejadas. Cinco pessoas ficaram feridas, entre elas, a menina Ana Clara Santos Sousa, de 6 anos, que morreu após ter 95% do corpo queimado em um dos ataques.

As ordens para os ataques partiram de dentro do Presídio de Pedrinhas. Um dia antes, dois presos foram encontrados mortos na penitenciária. Em 2013, de acordo com um relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entregue em 27 de dezembro, 60 detentos morreram em presídios do Maranhão.
O G1 tentou contato com a presidência do sindicato, mas o telefone estava desligado.

Adolescente é abusada sexualmente em Balsas




Uma adolescente de nome não identificado e portadora de deficiência mental foi estuprada no município de Balsas. Segundo informações, a mãe encontrou a filha nua em um terreno baldio.O principal suspeito é o vizinho conhecido como Raimudinho ou Índio, que fugiu da cidade. A polícia está a procura do acusado. O caso foi encaminhado para o Conselho Tutela do município

Bandidos explodem agência em Bom Jardim




A agência do Banco do Brasil de Bom Jardim foi explodida por bandidos na madrugada desta terça-feira (28). Segundo informações, os bandidos chegaram armados e utilizaram dinamites para explodir os caixas eletrônicos.
Os bandidos levaram todo o dinheiro  de um dos caixas que ficou completamente destruído com a explosão.

80% dos brasileiros não controlam suas finanças



Apesar do recuo da inadimplência para níveis históricos, o brasileiro ainda tem pouco conhecimento sobre as suas finanças, independentemente do estrato social. Oito em cada dez entrevistados não sabem como controlar as despesas, revela uma pesquisa nacional feita em dezembro com cerca de 650 pessoas pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
A enquete mostra que apenas 18% dos entrevistados têm bom conhecimento sobre as finanças pessoais. A economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, destaca que esse resultado praticamente se repete para todos os estratos sociais. Em 84% dos domicílios com renda mensal de até R$ 1.330, o chefe da família tem parcial ou nenhum conhecimento sobre as finanças da casa. Essa fatia cai para 86% no caso das famílias com rendimentos entre R$ 1.331 e R$ 3.140 e recua para 76% para aquelas com receita acima de R$ 3.141. Mas ainda é um porcentual alto.
"O consumidor adulto se mostra muito pouco preparado em relação às finanças pessoais", afirma Luiza. A economista ressalta que há uma relação direta entre saldo negativo na conta corrente e o baixo conhecimento financeiro. Quase 70% daqueles que têm baixo ou nenhum conhecimento sobre as finanças pessoais termina o mês no vermelho ou no zero a zero na sua conta corrente. Esse resultado recua para 29% para aqueles que acompanham as suas receitas e despesas.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Em Bacabal, PM apreende mais de dez mil reais em notas falsificadas


Policiais Militares de Bacabal, a 240 km de São Luís, prenderam no fim da manhã desta segunda-feira (27) Joilson de Sousa Santos, de 31 anos. A PM apreendeu com ele 10.700 reais em notas de 100 falsificadas. Além da quantia falsificada, 1.670 reais verdadeiros, documentos pessoais e cartões bancários próprios.
O Serviço de Inteligência do 15º BPM investigava uso de notas falsas na cidade. Além da investigação, várias denúncias chegaram através do 190.  Joilson foi encontrado no centro da cidade em uma motocicleta alugada. Após uma revista pessoal o material foi encontrado. Segundo a polícia, o dinheiro falso foi encontrado dentro do capacete, atrás do forro.
Ao ser questionado, ele disse ter recebido todo o dinheiro falso de uma pessoa que não soube identificar em Açailândia, cidade que fica a 600 km da capital. Também afirmou que sabia que o dinheiro era falso e que teria comprado todo o montante, de mais dez mil reais falsificados, por 5.000 reais verdadeiros.

Alerta
A polícia estima que Joilson já teria passado mais de 1.500 reais em notas falsificadas para o comércio da cidade. As terminações das cédulas falsificadas são: 7448, 7362, 6121 e 2556. Quem tiver uma cédula com estas terminações deve procurar a Delegacia de Polícia Civil de Bacabal. Os cidadãos também devem estar atentos às cédulas danificadas.

A pena para o crime de falsificação, fabricação ou alteração da moeda local, seja metálica ou em papel moeda, varia de três a 12 anos de prisão e multa. Está sujeito à mesma pena quem adquire, vende, troca, guarda ou introduz na circulação a moeda falsa. Quem recebe ou mantém em circulação também comete o crime com pena de seis meses a dois anos e multa.