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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Seis assaltantes foram agredidos pela população neste fim de semana


Nas últimas horas, várias prisões de assaltantes foram registradas, mas a polícia teve ajuda da população. O primeiro foi Maciel Sousa Costa, 21 anos, foi detido e apresentado na delegacia da Cidade Operária por tentar assaltar uma jovem com uma pistola falsa, na Cidade Operária. Já um adolescente de 15 anos, que assaltou uma senhora na área Itaqui-Bacanga, foi perseguido por populares e após ser alcançado, sofreu lesões pelo corpo. Depois foi entregue para a polícia. O outro caso aconteceu no bairro da Divinéia, onde dois suspeitos tentaram assaltar uma vítima que reagiu, e na confusão, os criminosos fugiram e abandonaram a moto que usavam no assalto. No Monte Castelo, dois jovens assaltaram uma mulher, mas foram perseguidos por moradores da área e foram agredidos. A PM foi acionada e encaminhou a dupla para a delegacia da Liberdade. Uma arma de fogo, e quatro munições, foi apreendida com os dois suspeitos.

Comunicado de Luis Fernando Silva ao povo do Maranhão


Comunicado de Luis Fernando Silva ao povo do Maranhão
A propósito da minha pré-candidatura ao Governo do Maranhão, comunico à sociedade maranhense que:
1 – Na proximidade do período eleitoral, os grupos políticos iniciam um processo de articulação visando à escolha de nomes para a disputa. A cultura política brasileira instituiu para esse período a figura do pré-candidato;
2 - Em julho de 2013, as lideranças políticas do grupo ao qual pertenço atribuíram a mim tal condição de pré-candidato e não de candidato. Aproximando-se a campanha propriamente dita, é natural, no mundo político, que tal condição se altere, no interesse do êxito eleitoral;
3 – Concluída a missão de auxiliar do governo, na qual tive a honra de exercer, a convite pessoal da Governadora, os cargos de Secretário-Chefe da Casa Civil e de Secretário de Estado de Infraestrutura, após análise da conjuntura política e dos prováveis cenários em que ocorrerá a campanha eleitoral, manifestei a Sua Excelência, antes da data da minha desincompatibilização e do seu anúncio de permanecer ou não à frente do Poder Executivo até 31 de dezembro, a decisão de não concorrer ao pleito, deixando a critério do grupo político o momento adequado para promover a devida substituição;
4 – Ressalto a confiança, o apoio e a distinção de que sempre fui alvo por parte da Governadora Roseana no exercício dos referidos cargos de Secretário de Estado bem como na atividade político-institucional a eles inerentes;

5 – Destaco, também, que integro o círculo de amigos pessoais da governadora Roseana Sarney e dos seus familiares;
6 – Nesta oportunidade comunico, também, a decisão de permanecer como integrante do grupo, prestando apoio político ao Governo Roseana Sarney e me mantendo na luta pelo desenvolvimento do Maranhão;
7 – Valho-me desta oportunidade para manifestar a minha gratidão à Governadora, aos Senadores, aos ex e atuais deputados federais e estaduais, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores que integram o nosso grupo político, assim como aos líderes comunitários e estudantis, dirigentes de organizações da sociedade civil, movimentos sociais, militantes partidários, imprensa, usuários das redes sociais, cidadãos e cidadãs de todo o Maranhão que me acolheram, apoiaram e estimularam o cumprimento da missão de levar obras públicas a todas as cidades maranhenses;
8 – Finalmente, ao Maranhão, que testemunhou em mim compromisso e dedicação ao trabalho, reafirmo a esperança, que me conduziu durante todos esses anos, por um futuro ainda melhor.

São José de Ribamar, 07 de Abril de 2014
Luis Fernando Silva


Reportagem de ISTOÉ revelou participação do senador em esquema do Minha Casa Minha Vida

Principal nome para substituir Luís Fernando na disputa ao governo do Maranhão, o senador Edinho Lobão pode ter sua vida devassada ao longo da campanha. São muitos os telhados de vidro do filho do Ministro de Minas e Energia. Um deles foi revelado pela revista ISTOÉ, em abril de 2013.
Segunda a reportagem, até o fim do 2012, Edinho Lobão já havia embolsado R$ 13,5 milhões por meio de contratos firmados por sua empreiteira, a Difusora Incorporação e Construção.


Os deputados Augusto Coutinho, Inocêncio Oliveira e os senadores Wilder Morais
e Lobão Filho (da esq. para a dir.) têm sido favorecidos pelo programa Minha Casa, Minha Vida

De vitrine do governo Dilma Rousseff à vidraça para os órgãos de controle, o programa Minha Casa, Minha Vida se tornou uma fonte de problemas e fraudes. Nas últimas semanas, o jornal “O Globo” denunciou que ex-servidores do Ministério das Cidades integrariam um esquema para ganhar contratos de habitação destinados às faixas mais pobres da população. Os antigos funcionários das Cidades não são, porém, os únicos que lucram com um dos principais programas sociais do governo. Levantamento feito por ISTO É indica que a política habitacional criada para ajudar os mais pobres enriquece também deputados e senadores. Os parlamentares se aproveitam de um filão imobiliário que já movimentou R$ 36 bilhões em recursos públicos para a construção de 1,05 milhão de casas e apartamentos para famílias de baixa renda. Os dados do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) – reserva financeira composta por recursos do FGTS e gerenciada pela Caixa Econômica Federal – mostram que parlamentares de diferentes partidos têm obtido vantagens financeiras com o programa de duas maneiras: na venda de terrenos para o assentamento das unidades habitacionais e na obtenção de contratos milionários para obras que são realizadas por suas próprias empreiteiras. Entre eles, os senadores Wilder Morais (DEM-GO) e Edison Lobão Filho (PMDB-MA), filho do ministro de Minas e Energia e presidente da Comissão de Orçamento do Senado, e os deputados Inocêncio Oliveira (PR-PE), Augusto Coutinho (DEM-PE) e Edmar Arruda (PR-PR).

O procurador Marinus Marsico, representante do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU), não tem dúvidas da irregularidade de tais práticas. Segundo ele, a utilização de financiamento habitacional de programa do governo a empresas de parlamentares constitui, no mínimo, conflito de interesses. “O parlamentar é um ente público. Assim, quando firma contrato com recursos públicos, ele está dos dois lados do contrato, porque ele é responsável por gerir ou fiscalizar essas verbas. Há uma incompatibilidade. Não é possível servir a dois senhores. Ou você é administração pública ou é empresa”, critica Marinus. Na terça-feira 23, a própria presidenta Dilma admitiu a possibilidade de haver irregularidades no programa e foi enfática ao dizer que o governo tem a obrigação de investigá-las.

Os casos levantados pela reportagem, segundo o procurador, podem ser apenas uma mostra de um crime muito maior. É prática corrente colocar empresas e imóveis, como terrenos, em nome de terceiros, o que dificulta a fiscalização. Mas em Pernambuco o vínculo com o parlamentar beneficiado é direto. No Estado, nove mil das 20 mil casas prometidas pelo programa do governo federal já foram entregues. A especulação imobiliária é intensa, como também é grande a oferta de enormes áreas para a construção das casas populares. Apesar disso, a construtora Duarte, uma empreiteira local que abocanhou o contrato para erguer 1.500 casas no município de Serra Talhada, escolheu justamente as terras do deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE) para construir as habitações.

Dilma Rousseff admite irregularidades no Minha Casa,
Minha Vida e diz que o governo deve investigá-las

A área de 34 hectares fora adquirida pelo parlamentar 30 anos atrás, antes de ser desapropriada pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs). Era parte de uma fazenda, que foi dividida em vários lotes. O lote em questão foi declarado por Inocêncio à Justiça Eleitoral em 2010 pelo valor de R$ 151 mil. No mesmo ano, ele vendeu o terreno à construtora do programa Minha Casa, Minha Vida por R$ 2,6 milhões, de acordo com registros do cartório do 1º ofício de Serra Talhada. Ou seja, uma valorização espontânea de 1.600%. Procurado por ISTOÉ, Inocêncio confirmou o negócio, mas disse ter recebido “apenas R$ 1 milhão”, dando a entender que a empreiteira registrou valor diferente. O parlamentar disse ainda desconhecer o uso da área. “Eu não tenho nada a ver com a Caixa. Vendi para uma empresa particular”, afirma. Coincidência ou não, o negócio foi fechado no fim de 2010, momento em que a prefeitura de Serra Talhada era comandada por Carlos Evandro, do PR, um colega de partido de Inocêncio.No Recife, o deputado federal Augusto Coutinho (DEM) também tenta tirar proveito do programa Minha Casa, Minha Vida, seguindo o exemplo de Inocêncio Oliveira. O governo negocia com o parlamentar a compra de uma área de 2.400 metros localizada no bairro de Campo Grande para construção das casas populares. As terras estariam registradas em nome de sua construtora, a Heco. Os valores precisos da negociação não foram divulgados. Coutinho já declarou que não aceita menos de R$ 300 mil para ceder o terreno para o Minha Casa, Minha vida. O caso, no entanto, deve parar na Justiça. A prefeitura, nas mãos do PSB, alega que a área é de propriedade da Marinha. Outro jeitinho arranjado pelos parlamentares para lucrar com o programa federal é fechar contratos com suas próprias empreiteiras para a construção das unidades habitacionais. Segundo dados da Caixa Econômica Federal, obtidos por ISTOÉ, um dos barões do Minha Casa, Minha Vida é o senador Edison Lobão Filho (PMDB-MA), presidente da Comissão de Orçamento do Senado. Até o fim do ano passado, ele já havia embolsado R$ 13,5 milhões por meio de contratos firmados por sua empreiteira, a Difusora Incorporação e Construção. Um dos empreendimentos populares de Edinho, como ele é conhecido no Senado, financiados pelo Fundo de Arrendamento Residencial, está sendo erguido no município de Estreito, a 700 quilômetros de São Luís.

O município tem atraído investimentos milionários desde que recebeu o canteiro de obras da usina hidrelétrica de Estreito em 2007 – empreendimento de R$ 1,6 bilhão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A população local cresceu 60%, saltando de 25 mil habitantes para 40 mil. No mês passado, a Caixa Econômica Federal abriu sua primeira agência no município e anunciou investimentos de R$ 57 milhões para construir mil casas.



Deputado Edmar Arruda diz que empreiteira que lucra com casas “é da família”

No Paraná, em pelo menos três municípios, imóveis do Minha Casa, Minha Vida levam o selo da Cantareira Construções. A empreiteira pertence ao deputado Edmar Arruda (PR-PR). Só da Caixa, a Cantareira recebeu R$ 65,5 milhões até o fim de 2012. E a empresa do deputado fechou novo contrato para construir 400 casas no município de Paranavaí, um acerto de R$ 30 milhões. Os recursos, desta vez, virão do Banco do Brasil. Acumulando as funções de representante do Legislativo e presidente do Grupo Cantareira, Arruda percorre municípios do Estado discutindo com prefeitos projetos de ampliação do Minha Casa, Minha Vida. Em um evento na Câmara Municipal de Ivatuba (PR), no fim de 2011, Arruda foi homenageado por anunciar um empenho de R$ 300 mil de uma emenda parlamentar para a cidade. Na mesma reunião, aproveitou para fazer lobby pela construção de 140 casas do programa Minha Casa, Minha Vida. O próprio deputado-empreiteiro, sem nenhum constrangimento, explicou aos vereadores que o município precisaria captar R$ 2,3 milhões com o programa do governo para tirar as habitações do papel. Procurado, ele alegou que já foi sócio da empresa, mas hoje não faz mais parte dela. Embora, na reunião com os prefeitos, ele seja apresentado como presidente do Grupo Cantareira, Arruda diz que a empresa “está em poder da sua família”, como se isso resolvesse o conflito de interesses. Arruda argumenta ainda “que o dinheiro do Programa Minha Casa, Minha Vida não é público e que advém de recursos oriundos de fundos como o FAT e o FGTS”.

No Estado de Goiás, a história se repete. Em Nerópolis, município próximo a Goiânia, a Orca Incorporadora constrói o conjunto residencial Alda Tavares. A empreiteira é do senador Wilder Morais (DEM), que assumiu o gabinete de Demóstenes Torres após sua cassação por envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Até o final de 2012, só em contratos com a Caixa, a empresa de Morais faturou R$ 42,1 milhões. O empreendimento de Nerópolis está sendo investigado pelo Ministério Público de Goiás depois que moradores relataram que as casas lá são feitas com chapas metálicas. Os choques elétricos são rotina, um dos beneficiados do programa disse que seu cachorro morreu eletrocutado no quarto do filho. A construtora do senador também tem empreendimentos populares em Aparecida de Goiânia. Procurado por ISTOÉ, Morais não retornou as ligações. Questionada pela reportagem, a Caixa também não se manifestou. O ex-superintendente da Caixa Econômica Federal José Carlos Nunes diz que os métodos de escolha dos terrenos e empresas para o Minha Casa, Minha Vida ainda não são uniformes. “Tudo fica a critério da Caixa, que escolhe quem quer”, critica Nunes.


domingo, 6 de abril de 2014

Quinze casos de violência contra mulher por dia em São Luís


“O pior é saber que você está correndo risco e não tem ajuda, porque denunciar não tem resolvido. Enquanto isso, a gente vive com medo”. O relato é da secretária Maria*, 37 anos, que pela quinta vez procurava ajuda para se resguardar do ex-companheiro violento. Casada por 12 anos e com três filhos ela viveu um relacionamento de brigas e ameaças constantes, quando, após uma agressão física resolveu separar. Passados dois anos, o ex-companheiro insiste em atormentá-la. Desamparada, ela sofre com o medo de uma tragédia. O caso é recorrente entre os mais de cinco mil registrados ano passado na Delegacia Especial da Mulher (DEM). “A mulher está mais consciente, no entanto, o medo e a dependência financeira e afetiva ainda impedem a denúncia e o andar do processo”, disse a titular da DEM, delegada Kazumi Tanaka.

A delegacia registra, em média, 15 ocorrências por dia, sendo as ameaças, injúrias e lesão corporal as mais frequentes. Lideram em número de casos, os bairros Centro, Anjo da Guarda, Coroadinho, Turu, São Francisco e Liberdade. Mulheres das áreas nobres também têm aderido à denúncia, destaca a delegada. No Calhau foram 56 registros ano passado. O perfil da mulher agredida alterou nesse sentido, ressalta Kazumi Tanaka, mas o do agressor permanece. São homens que mantém ou mantiveram algum relacionamento com a vítima – companheiros, irmãos, filhos e pais. A desistência em levar um processo à frente também persiste.

O número de registros da DEM contrasta com o de processos na Justiça. Dos 5.365 ocorrências denunciadas ano passado, apenas 435 culminaram em processos judiciais – menos de 10% dos casos. Relatório da Vara Especial de Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher aponta que, desde 2008 foram concedidas 8.151 medidas protetivas a mulheres em situação de violência.

Dos 435 processos abertos entre 2012 e 2013, a maioria era de mulheres de 26 e 34 anos, sendo 63% solteiras e 23% donas de casa. Os agressores estavam na faixa etária de 26 a 34 anos (28%), 35 a 43 anos (23%) e 18 a 25 (15%), em 2012, tendo aumento de casos por essas faixas de idade. Estes cometiam a violência após consumir bebida alcoólica (36%) e drogas (24%). Comparado ao ano passado, houve redução no cometimento de violência por uso de álcool (27%) e drogas (15%).

A delegada aponta a desistência das mulheres em seguir com um processo, pois tendem a acreditar que o companheiro possa mudar a atitude e não querem prejudicá-lo seriamente. “As vítimas tentam compensar a atitude do agressor pesando os pontos positivos e negativos, e acabam aceitando a violência”, exemplifica Kazumi Tanaka. Com a Lei Maria da Penha, os crimes de lesão corporal e violência doméstica vão a processo, independente da vontade da vítima. Enquanto as mulheres têm medo ou dó do agressor, estes tentam justificar o ato cometido. Segundo a Kazumi, a alegação dos homens é de exagero por parte da mulher e de que as questões de casal devem ser resolvidas no seio do lar; culpam a bebida; e acusam a vítima de incitar a violência. “Faltam políticas públicas efetivas que amparem a mulher”, afirma a delegada.

Pesquisadora aponta falhas no sistema
A relação patriarcal que a sociedade tem referente às mulheres e a dependência econômica dos companheiros são barreiras para uma ruptura da violência contra a mulher. É o que avalia a professora da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutora em Sociologia, pesquisadora e autora de várias publicações sobre o tema, Mary Ferreira. Da década de 80 até hoje, a mulher adquiriu mais consciência, apesar dos registros se manterem no mesmo patamar. Mas, hoje, a vítima é impedida de retirar a queixa, devido à Lei Maria da Penha, e o número de processos judiciais cresceu. “Ocorre que a Delegacia ainda não é uma instituição que tem o respeito das mulheres. Uma boa parte das denúncias não têm tido resposta. Ou seja, o agressor não é preso, não é denunciado e quando alcança a Justiça, não há julgamento do processo”, explica a pesquisadora, atribuindo as falhas à burocracia e falta de estrutura do sistema.


A pesquisadora afirma ainda que, além da burocracia, a Justiça é um setor conservador, que não tem conseguido dar a devida atenção aos casos de violência contra a mulher. “Vejo que há uma banalização destes casos, o que tem gerado a impunidade. Esse conjunto de fatores impede a denúncia”. As estruturas da Segurança Pública, em todo o país, são deficientes e dificultam a conclusão de um processo, aponta Mary Ferreira. Outro ponto destacado por ela é a insistência da mulher em não dar continuidade a um processo. “O homem agrediu e não foi afastado da mulher, gerando uma situação dentro do lar. A mulher é pressionada por ele, pela família, igreja, vizinhança e acaba por desistir”, diz.
Quinze casos de violência contra mulher por dia em São Luís

sábado, 5 de abril de 2014

Projeto que torna corrupção crime hediondo pode ser votado na próxima semana


Como parte do esforço concentrado que será feito na semana próxima semana para destravar a pauta de votações , a Câmara dos Deputados pode votar um projeto de lei que torna a corrupção crime hediondo. Proveniente do Senado, onde foi aprovado em junho de 2013, a proposta foi uma resposta do Parlamento às manifestações que tomaram conta do país no ano passado. Se aprovado sem alterações, o projeto vai a sanção presidencial. Se for alterado na Câmara, retorna ao Senado.
Caso o projeto seja aprovado, serão incluídos na Lei dos Crimes Hediondos (8.072/90) os delitos de corrupção ativa e passiva, peculato (apropriação pelo funcionário público de dinheiro ou qualquer outro bem móvel, público ou particular), concussão (quando o agente público exige vantagens para si ou para outra pessoa), excesso de exação (nos casos em que o agente público desvia o tributo recebido indevidamente). O projeto também torna crime hediondo o homicídio simples e suas formas qualificadas.
O projeto também altera o Código Penal para aumentar a pena desses delitos. Com isso, as penas mínimas desses crimes ficam maiores e eles passam a ser inafiançáveis. Os condenados também deixam de ter direito a anistia, graça ou indulto e fica mais difícil o acesso a benefícios como livramento condicional e progressão do regime de pena.
Com a mudança as penas para estes delitos passam a ser de quatro a 12 anos reclusão, e multa. Em todos os casos, a pena é aumentada em até um terço se o crime for cometido por agente político ou ocupante de cargo efetivo de carreira de Estado.
A lei atual determina reclusão de dois a 12 anos e multa para os delitos de corrupção ativa e passiva e de peculato. Para concussão, a pena vigente hoje é reclusão de dois a oito anos e multa. Já o excesso de exação, no caso incluído na proposta, é punido hoje com reclusão de dois a 12 anos e multa.
Segundo a Lei  8.072/90 são considerados crimes hediondos homicídio, quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, latrocínio (roubo seguido de morte), extorsão qualificada pela morte, extorsão mediante sequestro e na forma qualificada, estupro, estupro de vulnerável, epidemia com resultado de morte e falsificação, corrupção, adulteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.


Morre de infarto fulminante o ator José Wilker

O ator José Wilker morreu na manhã deste sábado (5), no Rio de Janeiro. Ainda não há informações oficiais sobre a causa da morte, mas suspeita-se que ele tenha sofrido um infarto.
José Wilker de Almeida nasceu em Juazeiro do Norte no dia 20 de agosto de 1946 e se mudou com a família, ainda criança, para o Recife. A mãe, Raimunda, era dona de casa e o pai, Severino, caixeiro viajante.
A última participação do ator em novelas foi em 2013, em "Amor à Vida", de Walcyr Carrasco, na qual interpretou o médico Herbert. Em 2012, ele foi o coronel Jesuíno no remake de "Gabriela", baseado no livro "Gabriela Cravo e Canela",  de Jorge Amado. Em 2008, na novela Duas Caras, o ator fez o papel do professor Fernando Macieira.

O ator deixa três filhas.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

CÂMARA DE VAREADORES: SEÇÃO PLENÁRIA DE 04/04/2014


Seção ordinária do dia 04/04/2014 da Câmara de vereadores de Vitória do mearim, presidida pelo vereador Helio silva presidente da casa.
Alem do presidente Helio silva, estiveram presentes na seção, Sandra garros, Zé Maria, Nego Mauro, Fátima Amorim, e Maria Assad.
Na ordem do dia, foi apresentado pedido de providencia feito pela vereadora Sandra ao poder executivo, para recuperação de um trecho da rua da paz. Requerimento da vereadora Maria Assad para a construção de locas para a pratica de exercícios físicos (academias publicas). Projeto de lei de autoria da vereadora Maria Assad para fazer valer a lei da ficha limpa para o executivo municipal. A matéria foi encaminhada às comissões para emitirem parecer.
No pequeno expediente fez uso do seu tempo de 5 minutos para requerer verbalmente a recuperação das estradas de Boca do campo e boa esperança.
Fátima Amorim destacou o processo de construção do novo hospital em vitória do mearim.
Pela ordem o vereador Nogo   Mauro de respeito ao povo por parte do sine maranhão no processo de seleção de trabalhadores para uma obra da mineradora vale. O vereador Helio também expressou sua indignação com esta fato.
Não tendo nada mais a acrescentar  em nome Deus o presidente encerou a seção.    


Ipea erra e 26%, e não 65%, acham que roupa justifica ataques

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), do governo federal, divulgou nesta sexta-feira (4) uma nota reconhecendo que houve erro na divulgação que chocou o país ao dizer que a maioria dos brasileiros (65,1%) apoia ataques a mulheres que usam roupa curta.
Segundo o Ipea, por uma troca nos gráficos da pesquisa divulgada, o resultado divulgado está errado. Os percentuais corretos são: 26% concordam, total ou parcialmente, com a afirmação "mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas"; e 70% discordam total ou parcialmente. Outros 3,4% se dizem neutros.
O diretor da área social do Ipea pediu a sua exoneração assim que o erro foi detectado. A pesquisa, com os dados errados, gerou enorme repercussão e uma campanha em redes sociais com o lema #eunãomereçoserestuprada. A onda de indignação teve apoio até da presidente Dilma Rousseff (PT).
Por meio de nota, o Ipea ainda corrigiu outro par de questões que tiveram os resultados invertidos. Questionados, sobre "o que acontece com o casal em casa não interessa aos outros", 13,1% dos entrevistados discordaram totalmente, 5,9% discordaram parcialmente, 1,9% ficou neutro, 31,5% concordaram parcialmente e 47,2% concordam totalmente.
Diante da sentença "em briga de mulher, não se mete a colher", 11,1% discordaram totalmente, 5,3% discordaram parcialmente, 1,4% ficou neutro, 23,5% concordaram parcialmente e 58,4% concordaram totalmente.
De acordo com o instituto, os demais resultados se mantêm, como a concordância de 58,5% dos entrevistados com a ideia de que "se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros". Da Folha.


Bando mata policial e faz gerentes de banco reféns

Cerca de nove ou dez homens metralharam o carro de um policial civil por volta de 12h20 desta sexta-feira (04) ao tentar cercar a delegacia de Turiaçu. O objetivo do grupo era despistar a polícia para roubar a agência do Bradesco no município.
O policial Raimundo Marques que estava no carro foi atingido, socorrido, mas morreu durante a tarde. O corpo está sendo velado no bairro Novo Canário e deve ser enterrado em Santa Rita dos Barros.
Após metralharem o carro, o bando foi até o banco e fez os gerentes administrativo e geral reféns. A quadrilha obrigou os gerentes a abrirem os caixas eletrônicos e fugiram com os vigilantes da agência reféns.
Os vigias foram liberados próximo ao povoado Nova Corrêa. A quantia roubada não foi divulgada.
O bando deixou fugiu em um veículo Saveiro e uma S 10 tomada de assalto em Turiaçu. Até o momento, ninguém foi preso. O delegado Tarcísio Fonseca investiga o caso.


Ao anunciar que fica no governo, Roseana Sarney foge da imprensa como o diabo foge da cruz

Foi uma entrevista coletiva relâmpago. Durou pouco mais de um minuto. A imprensa foi feita de besta e ficou com cara de nhô zé. Aguardada com expectativa, a governadora apareceu e foi logo disparando: “Em primeiro lugar, boa tarde a todos vocês. Como eu tinha prometido a todos que eu iria falar na sexta-feira. Estou aqui para dizer a todos, comunicá-los, que eu vou ficar no governo. Vou ficar porque eu quero terminar o que eu iniciei. Quero terminar minhas obras. Quero terminar as ações do governo. Quero deixar cumprido o compromisso com o povo maranhense. Tenho oito meses pela frente de muito trabalho, de muito empenho. Vou me empenhar para fazer o melhor governo de minha vida. Fazer com que o Maranhão continue crescendo, mudando e se desenvolvendo. Por isso, resolvi ficar até o final. Vou conversar com vocês depois”, disse, sem querer mais conversa com a imprensa. 

Por que Roseana não quis papo com a imprensa? Se não queria conceder entrevista por que a imprensa foi convocada? Bastava ter divulgado uma nota informando sobre a decisão de ficar no governo. A imprensa fez papel de bobo da corte.

Algumas perguntas que não querem calar:

1) Quais os reais motivos da permanência no governo? É verdade que Jorge Murad foi quem exigiu essa permanência, caso contrário iria anunciar o divórcio?

2) É verdade que a governadora foi forçada a ficar no governo para garantir o pagamento das empreiteiras? Dizem que essa é grande preocupação de Jorge Murad. Temia que, se Arnaldo Melo assumisse, esses pagamentos não seria honrados.

3) É verdade que o senador Sarney implorou para que a governadora renunciasse para concorrer ao Senado, pois teme perder influência no futuro governo?

4) Será que ela ficou com medo de, na coletiva, falar alguma besteira, como falou em entrevistas anteriores?

5) Como ela pretende fazer o melhor governo de sua vida em apenas oito meses? Quem não fez em mais de três anos, não vai fazê-lo em apenas oito meses.

6) Por que ela se recusa a negociar com os policiais militares em greve?

7) Ela fica para assegurar que a máquina do estado vai ser usada para tentar eleger o ‘poste’ Luís Fernando Silva?

Perguntas que ficarão sem respostas porque a governadora foge da imprensa como o diabo foge da cruz. Vade retro!


Aqui tem as passagens mais baratas para NOVA IORQUE?
TEM!