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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Maranhão tem a pior infraestrutura de ensino do País



OITO EM CADA DEZ ESCOLAS MARANHENSES NÃO TÊM NENHUM COMPUTADOR. SÓ 0,11% DOS COLÉGIOS POSSUEM CONDIÇÕES AVANÇADAS. PARÁ, AMAZONAS, ACRE E PIAUÍ TAMBÉM TÊM MAIS DE 70% DAS ESCOLAS COM ESTRUTURA ELEMENTAR
Mais de 80% das escolas maranhenses não oferecem computadores a seus professores e alunos. Estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) mostra que grande parte dos colégios brasileiros só possui condições mínimas de funcionamento (44,5%).
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O Maranhão é o Estado que possui a infraestrutura escolar mais precária do País. Oito em cada dez dos mais de 13 mil colégios maranhenses (80,7%) oferecem apenas água, sanitários, cozinha, energia elétrica e esgoto aos funcionários e alunos que os frequentam. Não há salas para diretores, TV, DVD, computadores ou impressoras nessas unidades.
Se oferecessem esses equipamentos, as escolas entrariam em outra categoria, avaliadas com infraestrutura básica. Apenas 16,2% das unidades escolares se encontram nessa situação. Por outro lado, as instituições “adequadas” – que possuem, além da infraestrutura básica, sala de professores, biblioteca, laboratório de informática, quadra esportiva, parque infantil e acesso à internet – são mínimas (2,96%, que representam 404 colégios) e as avançadas, 0,11%.
As condições avançadas foram definidas pela oferta de laboratório de ciências e ambientes adaptados para o atendimento de alunos com necessidades especiais. Em todo o Brasil, o cenário se repete: somente 0,6% dos colégios brasileiros podem ser considerados dentro dessa categoria. No Maranhão, há apenas 15 escolas – entre públicas e privadas – nessa condição.
Os pesquisadores criaram uma escala de avaliação da infraestrutura escolar a partir de dados do Censo Escolar 2011 sobre estrutura e equipamentos dos colégios. O iGapresentou os resultados do estudo no ano passado. Agora, os estudiosos fizeram a análise por Estado.
Ao todo, foram avaliadas 194.932 escolas das redes pública e privada. No Censo, havia dados sobre 263.833, mas as que estavam com atividades paralisadas ou inativas e as que não haviam preenchido corretamente o censo foram excluídas da amostra. Os pesquisadores utilizaram a Teoria de Resposta ao Item (TRI), método estatístico usado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), para criar a escala de avaliação.
As quatro categorias foram criadas a partir de 22 itens: abastecimento de água, energia elétrica, esgoto sanitário, sala de diretoria, sala de professor, laboratório de informática, laboratório de ciências, sala de atendimento especial, quadra de esportes, cozinha, biblioteca, parque infantil, sanitário (para educação infantil e deficientes físicos), dependências para deficientes físicos, TV, DVD, copiadora, computadores, impressora e internet.
Desigualdades
Os responsáveis pela pesquisa – Joaquim José Soares Neto, Girlene Ribeiro de Jesus e Camila Akemi Karino (todos da UnB) e Dalton Francisco de Andrade, da UFSC – pretendem acompanhar a evolução da infraestrutura ano a ano e medir o impacto das estruturas no aprendizado do aluno.
Para eles, as análises por Estado mostram que há muitos problemas de investimento nos locais mais pobres do País. Situação que não melhorou em 2012, de acordo com as primeiras análises feitas por eles a partir do último Censo Escolar (ainda em análise por eles).
Depois do Maranhão, Pará, Amazonas, Acre e Piauí aparecem entre os que possuem a infraestrutura mais precária. As redes desses Estados possuem, respectivamente, 77,3%; 75,97%; 75,92% e 70,4% das escolas em condições elementares. As regiões Norte e Nordeste aparecem no topo da lista dos mais precários.
No outro extremo, estão Estados da região Centro-Oeste, Sul e Sudeste. O Distrito Federal possui a melhor infraestrutura escolar do Brasil. Apenas 0,98% dos colégios da capital têm condições elementares e 60,11%, adequadas. Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo têm menos escolas em situação elementar. No entanto, concentram a maior parte das escolas em situação básica (veja tabela abaixo).
Antonio Augusto Gomes Batista, coordenador do Desenvolvimento de Pesquisas do Centro de Estudos em Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), ressalta que a qualidade de ensino depende de uma boa estrutura, porque os professores e os alunos precisam se sentir bem no ambiente para ensinar e aprender.
“As instalações são fundamentais para desenvolver um trabalho pedagógico adequado. A qualidade depende desse ambiente. A escola tem de ser um lugar agradável e ter todos os equipamentos necessários para o professor fazer seu trabalho e a criança aprender. Não são duas coisas distintas”, afirma.

Batista lembra que, na década de 1970, a grande preocupação dos gestores era a construção de escolas para o atendimento da demanda por vagas. “Eles se preocupavam com os aspectos mais visíveis. Depois, passaram a falar da qualidade apenas, como se ela não estivesse ligada às instalações adequadas”, lamenta.
Investimentos e gestão
O Maranhão precisa de mais recursos para investir em infraestrutura, acredita Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Para sanar os problemas, ele acredita que o repasse de verbas da União para as redes municipais e estadual teria de ser maior. Mais dinheiro, porém, não seria útil sem aprimoramento de gestão.
“O Maranhão faz muita renúncia fiscal, por isso acaba dependendo mais da União do que outros Estados. Mas, além de deixar de arrecadar, há problemas de gestão lá. O governo federal precisaria participar mais da gestão da educação básica no Estado. Não adianta transferir dinheiro se os gestores não executarem os projetos”, afirma.
Para Cara, mais do que impacto na qualidade de ensino, a infraestrutura dá “dignidade” aos alunos e profissionais de educação. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, ele ressalta, financia inúmeros projetos para melhorar a estrutura das escolas. “No fundo, falta vontade política para isso. E o pior é que a situação do Maranhão não é exceção”, critica.
De 13.639 escolas maranhenses avaliadas no estudo, 11.007 têm infraestrutura elementar. Quase todas estão localizadas em áreas rurais (9.244). Nessas regiões, há apenas um colégio considerado avançado e 20 adequados. Na área urbana, o cenário melhora pouco. Quase a metade (1.763 de 3.924 colégios) possui estrutura elementar, outros 1.763 são básicos, 384 adequados e 14 avançados.
Dados da Secretaria de Educação do Maranhão comprovam que a estrutura oferecida a alunos e professores precisa melhorar. Em 2012, havia 259 escolas funcionando em templos ou igrejas, outras 16 em salas de empresa e 310 nas casas dos próprios professores (a maioria em área rural). Mais de 2 mil escolas funcionam em galpões, ranchos, paios ou barracões. As bibliotecas só existem em 1.716 escolas.
Em nota enviada ao iG, a Secretaria de Educação do Maranhão afirmou ter feito um convênio, no ano passado, com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Ministério da Educação (MEC) para definir “padrões mínimos das salas de aula, laboratórios, sanitários, bem como demais ambientes das escolas de ensino médio da rede estadual de educação do Maranhão”.
Até 2015, 1.233 colégios estaduais serão adequados ao projeto de funcionamento. “A meta é melhorar o ambiente físico das escolas, que serão dotadas de equipamentos e mobiliários padronizados e modernos. Essas escolas selecionadas serão climatizadas, reformadas, ampliadas e receberão carteiras e iluminação padronizadas”, diz a nota.
ESTADOS
ELEMENTARES (%)
BÁSICA (%)
ADEQUADA (%)
AVANÇADA (%)
TOTAL
MA
80,71%
16,22%
2,96%
0,11%
13638
PA
77,30%
18,78%
3,77%
0,15%
11918
AM
75,97%
17,69%
6,04%
0,30%
5614
AC
75,92%
16,33%
7,52%
0,23%
1715
PI
70,40%
23,74%
5,65%
0,21%
6602
PB
68,01%
26,36%
5,49%
0,14%
6214
BA
66,65%
27,92%
5,14%
0,28%
20492
RR
64,16%
26,95%
8,34%
0,55%
731
AL
60,32%
30,64%
8,89%
0,15%
3329
PE
59,01%
31,41%
9,25%
0,33%
10153
AP
58,43%
30,14%
10,70%
0,74%
813
SE
56,68%
32,46%
10,52%
0,34%
2320
RN
53,24%
33,34%
13,05%
0,36%
4130
CE
47,87%
38,36%
13,25%
0,52%
8953
TO
44,06%
40,02%
15,60%
0,32%
1859
ES
39,28%
37,80%
21,33%
1,59%
3450
RO
38,28%
45,91%
14,70%
1,12%
1429
MG
33,53%
44,32%
21,45%
0,70%
17384
MT
28,44%
50,23%
20,65%
0,68%
2658
SC
24,65%
49,29%
24,38%
1,68%
6502
RS
20,35%
48,34%
29,70%
1,62%
10015
GO
18,71%
57,20%
23,39%
0,71%
4528
SP
16,50%
67,72%
15,67%
0,12%
27781
RJ
15,92%
55,86%
27,17%
1,05%
10749
PR
15,63%
51,92%
30,83%
1,62%
9193
MS
8,63%
49,20%
40,88%
1,29%
1634
DF
0,98%
36,17%
60,11%
2,75%
1128
BRASIL
44,50%
40,04%
14,89%
0,57%
194932

RADICAL E SOLIDÁRIO! Pilotos fazem ação social durante Trilha da Amizade


Um grupo de pilotos de Vitória e Arari, organizados pelo piloto de rali João Neto, fez a festa de dezenas de crianças no povoado Juçaral, com a distribuição de brinquedos. Era visível a alegria e satisfação cada um dos pilotos. Da mesma forma o sorriso estampado no rosto de cada criança, coroava com êxito o esforço de cada um, que de alguma forma colaborou para a realização desta ação social. Que teve o apoio da novos engenharia, Dr. Alberto, muriel, Rinamy,marinho, e Alex Fernando.
A ideia de realizar esse tipo de ação social surgiu durante as trilhas pelos povoados de Vitória do mearim. Percebendo a necessidade dos moradoras  por onde passavam, os pilotos decidiram mobilizar o lado social do grupo para levar um pouco de alegria e amenizar as dificuldades dessas pessoas, doando alimentos e brinquedos.
O organizador desse evento, João Neto  não esconde o prazer que lhe dar em ajudar a quem precisa. Ele garante que ações como estas vão continuar, e conta cada vez mais com a adesão de empresário para atender mais pessoas de outros povoados.  






Homens da Força Nacional sofrem tentativa de homicídio por parte de presos em Pedrinhas

Os homens da Força Nacional ajudaram a conter princípio de tumulto na CCPJ de Pedrinhas

Após o princípio de tumulto ocorrido na tarde e noite desta quinta-feira (16), homens da Força Nacional, que atuam dentro do Complexo de Pedrinhas desde o mês de outubro, foram vítimas de tentativa de hociídio. Os policiais teriam sido alvo de tiros por parte dos detentos, mas se protegeram usando os escudos balísticos.
De acordo com os policiais, após a tentativa de tumulto, eles teriam iniciado uma revista nas celas. Ao entrar em uma das celas, eles teriam sido recebidos a tiros pelos detentos. Os agentes protegeram-se com os escudos e os disparos não chegaram a acertar nenhum deles. Após a tentativa, os policiais controlaram a situação e apreenderam um revólver calibre 38, que estava em posse dos presos.

Ainda na noite de quinta-feira, os agentes federais registraram um Boletim de Ocorrência no Plantão de Polícia da Vila Embratel (12º DP).


MARANHÃO RICO! Mulher de 67 anos se alimenta de "quentinhas" rejeitadas por presos em Pedrinhas

DE ISTOÉ:
A "riqueza" que a governadora Roseana Sarney (PMDB) atribuiu a seu próprio Estado na semana passada para justificar a recente onda de violência parece não ter chegado a pelo menos uma moradora de São Luís.

No final da tarde, todos os dias, Geni Farias, 67 anos, espera na porta principal do Complexo Penitenciário de Pedrinhas que um funcionário a atenda. A sacola vazia debaixo do braço, no entanto, é um sinal de que não está ali para visitar algum parente encarcerado: o périplo é para buscar comida. No caso, comida recusada pelos presos.

O Terra conversou com Geni nessa quinta-feira, dia em que um princípio de rebelião no Centro de Custódia de Presos de Justiça (CCPJ), por pouco, não frustra a viagem da lavadeira. Nos últimos dias, ela contou, a greve de fome de parte dos presos facilitou que as sobras das quentinhas fossem mais generosas.

“Moro sozinha e lavo roupas, quando aparece algo. Dá uns R$ 15, R$ 20, e meu filho quando pode, me ajuda com algum trocado”, disse, ela que mora nas imediações de Pedrinhas e tem ainda uma filha no interior. Viúva, ex-empregada doméstica (“o último patrão era doutor –médico --, mas faliu e me dispensou”) e sozinha em casa, ela não falou em tom de lamento sobre os restos que busca. Pelo contrário.

“É bom, né? Ou tem peito e coxa de frango, arroz e feijão, ou tem macarrão. Às vezes vem uma carne fininha, que tiram do estômago do boi, aí também não gosto. Nem os presos gostam. Mas acho que eles não comem mesmo é porque enjoaram: é sempre o mesmo tipo de comida”, constatou.

Nos últimos dias, continuou a idosa, “sobrou mais comida” com a greve de fome promovida por mais de cem detentos de três alas da penitenciária de segurança máxima São Luís 1, uma das oito unidades prisionais contidas em Pedrinhas.

“Venho aqui há quatro meses. Mas não é resto de comida, não: é comida que os presos não querem”, ela faz questão de observar.
Comissão do Senado constatou greve de fome

A greve de fome dos presos veio a público na última segunda-feira (13), durante uma visita da Comissão de Direitos Humanos do Senado a parte do complexo –a algumas alas o acesso dos parlamentares não foi possível devido à precariedade das condições internas de segurança. Em Pedrinhas, estão infiltradas ao menos cinco facções do crime organizado; em unidades como o CCPJ, onde ocorreu ontem a rebelião, estão separados os presos pertencentes ao Bonde dos 40 e ao Primeiro Comando do Maranhão.

Segundo funcionários da Central de Triagem de Pedrinhas, ontem, no complexo, a rebelião contida ainda durante a tarde por agentes da Força Nacional de Segurança e policiais da Tropa de Choque teria sido contra a militarização da unidade (ocupada pela FNS e pela PM desde o fim do ano passado) e pela revisão de processos dos presos. Familiares do lado de fora do complexo reclamavam que pessoas ainda em regime fechado já teriam autorização judicial para cumprir pena no semiaberto, ou mesmo no aberto.

Na quarta-feira, um mutirão composto por Ministério Público Estadual, Tribunal de Justiça e Defensoria Geral do Estado deu início à revisão dos processos dos presos –cerca de 1.500 provisórios (ou seja, à espera de julgamento) nos pouco mais de 2.100 presentes em Pedrinhas. Inicialmente, serão revisados os casos de presos da capital.


No próximo dia 27, chegam ao Maranhão defensores públicos de outros Estados para auxiliar na tarefa. O mutirão tem previsão de seguir até 13 de abril deste ano.

Amigo diz que falou com Dirceu na prisão por celular

Alô, Papuda Um secretário do governo da Bahia afirma ter conversado por celular com José Dirceu na semana passada. O ex-ministro está preso há dois meses na Papuda. O autor da ligação foi James Correia, titular da Indústria, Comércio e Mineração na gestão Jaques Wagner (PT). Ele é empresário na área de gás e petróleo, na qual Dirceu atuava como consultor. Correia diz que o amigo está bem disposto e animado por trabalhar na biblioteca do presídio. "Ele está fazendo o que gosta", contou.
Amizades A conversa ocorreu no dia 6. Correia diz ter falado com Dirceu pelo celular de um amigo em comum que visitava o ex-ministro na Papuda, onde a entrada de celulares não é permitida. Ele não quer identificar o dono do telefone.
Versões O secretário confirmou à coluna que conversou com Dirceu. Em um segundo contato, disse que o petista não falou diretamente com ele, mas respondeu às suas perguntas por meio do amigo misterioso que entrou na cadeia com o celular.
Regalias Para Correia, não houve privilégio ao petista. "Ele é uma das pessoas mais vigiadas na questão de não ter regalias. Não houve nenhuma irregularidade", diz. "Em breve, ele poderá falar o dia inteiro ao telefone, porque estará trabalhando."
Praia Antes da prisão, Dirceu era hóspede frequente da ampla casa do secretário na Praia do Forte (BA). Orgulhoso da propriedade, o secretário costuma descrevê-la como "pedaço do paraíso".
Defesa O advogado José Luís de Oliveira Lima disse que não poderia comentar o episódio. "Não sei se o fato é verdadeiro ou não. Vou conversar com meu cliente amanhã [hoje], e aí saberei."
De fora Nem o onipresente Aloizio Mercadante (Educação) entrou nas reuniões de Dilma Rousseff com presidentes de partidos, na terça. Com Gilberto Kassab (PSD) e Michel Temer (PMDB), a única testemunha foi o chefe de gabinete Giles Azevedo.
Bigode de molho A ausência instigou petistas que não se dão com Mercadante a sugerir que a presidente desista de promovê-lo e nomeie Paulo Bernardo (Comunicações) para a Casa Civil.
Dr. Aécio O tucano Aécio Neves convidou Barjas Negri, ex-ministro de FHC, para coordenar seu plano de governo na saúde. Ontem eles já se reuniram com Giovanni Cerri, da Faculdade de Medicina da USP, e Gonzalo Vecina, do hospital Sírio-Libanês.
Cartão de visita Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, começou na semana passada um giro de conversas com empresários e banqueiros. Ele está encarregado de apresentar as ideias de Aécio para a economia.
Velinhas Na reunião de ontem no Palácio dos Bandeirantes, o senador e Geraldo Alckmin (PSDB) acertaram sua próxima agenda conjunta em São Paulo: o aniversário do deputado e sindicalista Paulinho da Força (SDD).
Cinto apertado Alckmin congelou cerca de 20% das despesas de custeio previstas no Orçamento paulista deste ano –quase R$ 1 bilhão. O tucano também congelará parte dos investimentos.
Frio na espinha O governador convocou todo o seu primeiro escalão para reunião na segunda, às 8h. Não disse o tema do encontro. Os secretários esperam ouvir quem sai e quem fica.
Em nome do pai Emissários do Planalto ao Maranhão se espantaram com o tom de Roseana Sarney (PMDB) em relação ao pai, José Sarney. Ela se diz vítima de perseguição política "por herança do sobrenome".
*


Pedrinhas tem 2ª tentativa de rebelião em menos de 24h

Uma nova tentativa de rebelião no final da noite dessa quinta-feira foi registrada em uma das oito unidades prisionais do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. A ação dos presos no Centro de Custódia de Presos de Justiça (CCPJ) –na mesma ala onde, durante a tarde, presos já haviam se rebelado e quebrado as grades de ao menos seis celas, segundo funcionários do presídio.
Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap) informou que a “tentativa de motim realizada por presos na CCPJ de Pedrinhas, no mesmo bloco onde houve um tumulto mais cedo, foi controlada”.
Ainda de acordo com a secretaria, policiais militares e agentes da Força Nacional de Segurança fizeram revista nas celas acompanhados da Corregedoria e da Ouvidoria da pasta.
“Os presos que se rebelaram, por estarem insatisfeitos com a presença da Polícia Militar no Complexo de Pedrinhas, integram o grupo que comandou os ataques a ônibus e a delegacias no dia 3 deste mês, em São Luís”, diz a nota. Em um desses ataques, ocorrido na Vila Sarney (periferia da Grande São Luís), a menina Ana Clara de Souza, de seis anos, teve 95% do corpo queimado e morreu, dias depois.

Na rebelião ocorrida à tarde, por volta das 13h30, os presos foram contidos pela Força Nacional e por homens da Tropa de Choque. Apesar de PM afirmar, durante a ação, que se trata de revista de rotina, parentes dos presos relataram som de tiros e de bombas lançadas no interior do complexo. Novo barulho de bomba foi ouvido às 15h30.